Teodoro de Almeida e a filosofia natural em Portugal, na segunda metade do século XVIII

Patrícia Govaski

Resumo


A historiografia costuma assinalar o século XVIII como um momento profícuo para a produção de novas formas de conhecimento. Em boa parte do continente europeu, assim como em alguns pontos das Américas, a crença no progresso racional humano e um ideal de controle sobre o meio natural exerceram verdadeiro fascínio sobre diversos pensadores. A Filosofia Moderna passou então a se contrapor a antigos ideais, questionando a capacidade explicativa destes últimos para a formulação de teorias razoáveis voltadas à compreensão do mundo e de seus fenômenos naturais.(...)


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