As Câmaras e as Revoltas à luz da Negociação.

Gabriel Almeida Frazão, Carlos Eduardo Loshe Rezende

Resumo


A partir da análise de alguns trabalhos historiográficos, atentamos para o papel da negociação enquanto elemento constituinte do Império Português. Com este intuito recortamos dois “espaços” nos quais a negociação se faz presente: o político administrativo, e o das revoltas. Com relação ao primeiro espaço, tomamos como referência básica os trabalhos de João Fragoso, Maria de Fátima Gouvêa e Maria Fernanda Baptista Bicalho, já com relação ao segundo, os trabalhos de Luciano Raposo de Almeida Figueiredo. Com relação a este último autor damos destaque para a discussão acerca da formação de uma “identidade colonial”.   
Ademais, atentamos para a possibilidade de se pensar um novo conceito de pacto colonial.   


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