"Dr. Fantástico”, Ironia e Guerra Fria

Arthur Rodrigues Carvalho

Resumo


O presente artigo analisa a representação do momento da Guerra Fria e do questionamento acerca do uso do tropo linguístico da ironia para fazê-lo, no filme Dr. Fantástico ou Como aprendi a parar de me preocupar e amar a bomba (1964) do diretor americano Stanley Kubrick. A partir do estudo conjunto do próprio longa e de documentos da época que ele retrata e na qual foi produzido, como filmes de propaganda e relatórios oficiais do governo americano, procura-se estabelecer uma correlação entre a construção que o filme faz de sua época por meio da crítica irônica e a interpretação decorrente das fontes de tal período, para assim termos noção de como se deu a construção da narrativa histórica da ocasião.

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