A Fundação Cultural do Espírito Santo e o Teatro Carlos Gomes: a leitura trágica de um caso.

Duílio Henrique Kuster Cid

Resumo


O presente artigo propõe-se a analisar a relação estabelecida, ao longo da década de 70, entre a Fundação Cultural do Espírito Santo, instituição responsável por planejar e executar as ações culturais do estado, e o Teatro Carlos Gomes, principal espaço teatral da capital, fornecendo uma síntese das políticas públicas voltadas para o teatro capixaba na época. Neste sentido, proponho uma leitura trágica de tal contexto, demonstrando que o momento auge dessas políticas anunciava a chegada de um período de infortúnio.

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