A negação da fiosofia africana no currículo escolar: Origens e Desafios

Ávaro Ribeiro Regiani, Kênia Érica Gusmão Medeiros

Resumo


Durante séculos, diversos intelectuais ocidentais negaram o nascimento da filosofia na África. Como outrora definido pelo historicismo hegeliano, que matizou o sentido originário da teleologia e da ontologia na Grécia através de celeumas ou relações entre o mythos e logos. Esta tradição perdura no currículo escolar brasileiro, a maioria dos livros didáticos suprime a filosofia africana e seu legado. Por isso, pretende-se reavaliar esta premissa para ampliar o diálogo com a africanidade na formação curricular. Para assim, constituir estratégias distintas e complementares que referenciem a fecundidade dialógica primeiramente no ensino de história, considerando a África como gênese do pensamento filosófico.


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