AS FORMULAÇÕES INIBIDORAS DE CORROSÃO E O MEIO AMBIENTE

Fernando Benedicto Mainier, Rosenir Rita de Cassia Moreira da Silva

Resumo


O desenvolvimento dos processos químicos tem gerado, progressivamente, o
lançamento anual de milhares de formulações químicas no mercado mundial, que incluem
desde novos detergentes a inibidores de corrosão. Muitos destes produtos têm sido
rotineiramente usados em larga escala e a maioria deles, segundo a Organização Mundial
de Saúde, jamais foi estudada com vistas ao comprometimento com a qualidade de vida do
homem. Atualmente, o passivo tecnológico não está somente atrelado à obsolescência
técnica das máquinas, mas também a outros fatores como instrumentação, controle,
conhecimento tecnológico, adequações de “software” e principalmente à tecnologia de
produtos químicos utilizados nos diversos segmentos. Já o passivo ambiental corresponde
ao investimento que uma empresa deve fazer para corrigir os impactos ambientais gerados
e não controlados ao longo dos anos de operação. Antigamente, era apenas um detalhe nas
negociações de fusões ou de incorporações empresariais. Hoje, o problema é sério pois,
dependendo do valor e do tipo de passivo ambiental, a incorporação poderá não ocorrer,
caso o valor da descontaminação ambiental seja tão alta que inviabilize o processo de
incorporação. Objetiva-se neste trabalho propor que o uso de inibidores de corrosão esteja
associado ao desenvolvimento de tecnologias limpas que contemplem uma avaliação
crítica dos produtos químicos usados e das técnicas de proteção ambiental.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22409/engevista.v6i3.149

Apontamentos

  • Não há apontamentos.