O REÚSO DE ÁGUA EM CENTRO DE TREINAMENTO DE COMBATE A INCÊNDIOS

Luciane Pimentel Costa Monteiro, Fernando Benedicto Mainier, Severino Joaquim Correa Neto

Resumo


A água deverá tornar-se, ao longo do século XXI, um recurso natural tão importante e disputado do ponto de vista econômico, social, ambiental e político, da mesma forma, que o carvão e o petróleo ocuparam o cenário na economia mundial, social e política ao longo dos últimos 150 anos. No Brasil, a produção de petróleo offshore obriga o treinamento contínuo de pessoal no combate a incêndios em instalações petrolíferas. O Centro de Treinamento, objeto deste trabalho, treina anualmente mais de 7.000 pessoas gerando, consequentemente, um consumo elevado de água. No passado esta água era proveniente de uma reserva natural e atualmente o reúso, através de tecnologias simplificadas reduz a demanda sobre esses mananciais de água visando o combate ao desperdício. O presente trabalho avaliou numa visão crítica os processos de reúso de uma maneira geral e mais precisamente em Centro de Treinamento de Combate a Incêndio onde o treinamento consome considerado volume de água como agente extintor. Desta forma, é fundamental pensar e praticar o reúso da água. Isto remete à necessidade precípua de poupar, reduzir, reciclar e desenvolver processos de reúso que não venham na contramão da sociedade, ou seja, estejam baseadas nos princípios da precaução, considerando a possibilidade de ocorrências de contaminações de ordem química e microbiológica presentes nos efluentes.

 

Palavras-chave: reúso, contaminações, princípio da precaução, treinamento, incêndio


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DOI: https://doi.org/10.22409/engevista.v13i3.254

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