DETERMINAÇÃO DO EQUILÍBRIO HIGROSCÓPICO E DO CALOR ISOSTÉRICO DA POLPA E DA CASCA DO ABACAXI

Luciana Pinto Teixeira, Ednilton Tavares Andrade, Paula Gomes Lopes da Silva

Resumo


Com o intuito de analisar a dinâmica de sorção e de energia necessária para o processamento do abacaxi (Ananas comosus), o presente trabalho teve como objetivo a determinação do equilíbrio higroscópico e do calor isostérico da casca e da polpa do abacaxi, a partir de diferentes condições controladas de temperatura e umidade relativa do ar, assim como avaliar, dentre diversos modelos descritos na literatura, o que melhor representa o comportamento de sorção do abacaxi e da casca do abacaxi, e o calor latente de vaporização da água nos produtos analisados. Como resultado, foi verificado que o modelo que melhor se ajustou aos dados empíricos do processo de sorção do abacaxi foi o Modelo de GAB Modificado, com coeficiente de determinação de 99,2%, enquanto que para a casca do abacaxi foi o Modelo de Halsey Modificado, com coeficiente de determinação de 98,6%. Já, em relação ao calor isostérico, a equação empírica mostrou-se adequada para a polpa e casca do abacaxi, cuja necessidade energética variou, respectivamente, de 2386,11 a 2913,93 kJ kg-1, e 2411,665 a 2909,325 kJ kg-1.


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DOI: https://doi.org/10.22409/engevista.v14i2.321

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