A Bizarra Regurgitação da Sardinha Neosurrealista

Cláudio Miklos

Resumo


Nada mais antinatural do que insistir em caminhar por uma senda já percorrida. O tempo e o espaço jamais são os mesmos, e as posturas precisam renovar-se diante do mundo. Apesar de toda a sua influência, todo o seu pretenso impacto em corações e mentes no início e meados do século XX, o Surrealismo está morto. Está morto o surrealismo, mas não enterrado. Na verdade, ele é um cadáver ainda presente, mumificado e reconstituído por muitos artistas atuais. Ele ainda se manifesta, como um espectro marginal e maldito (e quando deixou de ser assim, mesmo em seus momentos mais intensos?), conjurado por artistas saudosos da imagética alucinógena dos sonhos revolucionários de Breton e seus companheiros.


Palavras-chave


século XX; surrealismo; neosurrealismo

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Referências


SITE OFICIAL: http://neosurrealismo.com




DOI: https://doi.org/10.22409/gambiarra.v1i1.30308

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ISSN 1984-4565