Pequenas Desordens

Priscila Rampin

Resumo


Nos meus itinerários cotidianos, embora eu encontre cenários homogêneos e corpos  automatizados no cumprimento de suas rotinas, são os resquícios de um espaço efetivamente praticado que mais chamam minha  atenção. São práticas, ações ou modos de comportamento – aqui denominadas de Pequenas Desordens – que evidenciam mínimos e temporários usos do lugar público que extrapolam os sentidos comumente atribuídos a ele.

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DOI: https://doi.org/10.22409/gambiarra.0607.131-139

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ISSN 1984-4565