O “Brasil migrante”: Gentes, lugares e transterritorialidades

Jones Dari Goettert, Marcos Leandro Mondardo

Resumo


Sobre os Estados-nação se assentam as territorialidades hegemônicas no mundo moderno. Com as migrações o “choque de territorialidades” é inevitável. No Brasil, as migrações têm definido aproximações e tensões, explícitas e veladas. Nas margens da identidade nacional, vicejam processos de identificação/diferenciação como territorialidades em choque: as “transterritorialidades”. Em “Paradoxos do ‘Brasil migrante’: o Trabalho e o Outro, identidade e identidades”, apontamos momentos da migração brasileira e como neles se desenvolveram encontros/desencontros na produção simbólica do Eu e do Outro, como fator e condição de produção material de dominação e exploração. Em “Migrações e transterritorialidades: transpondo nossas fronteiras cotidianas”, aprofundamos a discussão sobre a condição de transterritorialidade como relação entre territorialidades permeadas por tensões, conflitos, antagonismos, contradições, mediações e negociações, predominando relações de poder por imposições, restrições, constrangimentos, preconceitos, vergonhas, discriminações, hierarquias e violências, em “transterritorialidades fechadas”, e o predomínio de relações de mediação e de negociação, para as “transterritorialidades abertas”.


Palavras-chave


Brasil; migração; transterritorialidade

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DOI: https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2009.v11i21.a13573

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