Mundialização do conhecimento científico, distribuição de poder e controle do privilégio epistêmico na Geografia.

Joseli Maria Silva, Marcio Jose Ornat

Resumo


Este artigo tem por objetivo evidenciar alguns dos elementos que sustentam a lógica de centralidade do discurso científico anglo-americano nas redes mundiais de conhecimento, bem como destacar as mazelas da influência desta hegemonia científica nos processos de identificação das sexualidades no Brasil. Os argumentos do texto estão baseados nos princípios epistêmicos expressos na Sessão Publishing for Non-Native Speakers of English, que fez parte do Encontro Anual da Association of American Geographers (AAG) realizado em Tampa, Flórida, em abril de 2014. A organização das redes mundiais de conhecimento científico tem reforçado o lugar de enunciação anglo-americano que cria as representações de mundo que extrapolam o cenário acadêmico, atingindo também as experiências cotidianas e os movimentos sociais e políticos de travestis e transexuais brasileiras.


Palavras-chave


Mundialização do Conhecimento; Poder; Privilégio Epistêmico

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DOI: https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2016.v18i36.a13742

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