Dinâmica geomorfológica da dissecação dos planaltos no entorno da Hidrelétrica de Itaocara, Rj

Marcelo Motta de Freitas, Felipe Fraifeld, Felipe Noronha

Resumo


O presente artigo trata do estudo de caso do projeto de instalação da Usina Hidrelétrica (UHE) de Itaocara, localizada na região Noroeste Fluminense, próximo ao baixo curso do rio Paraíba do Sul, a montante do seu encontro com o rio Pomba. O objetivo deste trabalho consiste na elaboração do mapeamento geomorfológico da área no entorno da UHE Itaocara, com vistas ao entendimento da evolução dinâmica desta paisagem e dos efeitos que o empreendimento pode causar sobre os processos erosivos atuantes na área. Os resultados foram analisados em função dos processos evolutivos de dissecação deste relevo que agem nas áreas de influência do empreendimento, a partir de sua divisão em domínios geomorfológicos. Foram delimitados e apresentados dez domínios geomorfológicos que se baseiam em uma abordagem que considera a importância do nível de base local na compartimentação do relevo. Nesse sentido, tais domínios são resultantes da evolução geomorfológica de longo tempo, influenciados pelos pulsos erosivos associados ao rebaixamento dos níveis de base locais e sua contribuição para o entendimento das dinâmicas erosivas deflagradas na área de estudo.

 


Palavras-chave


Mapeamento Geomorfológico; Usina Hidrelétrica; Gestão de Impactos Ambientais; Vale do Rio Paraíba do Sul; Rio de Janeiro; Itaocara

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DOI: https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2016.v18i37.a13764

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