DA FINANCEIRIZAÇÃO AO LUGAR: DOS NEXOS HEGEMÔNICOS ÀS CONTRA-RACIONALIDADES DO COTIDIANO

Marina Regitz Montenegro

Resumo


As finanças alcançam, no período atual, uma centralidade inédita em todos os campos da vida social, assumindo um papel determinante sobre as dinâmicas do espaço geográfico (SANTOS, 1996; FRENCH et al., 2011). Na medida em que envolve transformações na economia, na política e na sociedade como um todo (CHRISTOPHERSON et al., 2013), a financeirização implica uma renovação dos próprios conteúdos do território e do cotidiano. Partindo de uma aproximação teórica sobre o processo em tela, o artigo busca desvendar certos nexos da creditização do território brasileiro para, em um segundo momento, focar a capilaridade alcançada pelas finanças entre a população pobre e seus impactos no cotidiano, onde a incorporação de nexos financeiros se combina à emergência de novas contra-racionalidades.

Palavras-chave


financeirização; território; cotidiano; lugar; contra-racionalidades

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DOI: https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2017.v19i40.a13802

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