O corte cinematográfico em Ana Cristina Cesar

Anita Costa Malufe

Resumo


O artigo busca analisar os procedimentos de corte presentes em alguns poemas da brasileira Ana Cristina Cesar (1952-1983). Autora de uma poesia extremamente fragmentária, Ana C. construiu uma obra em sintonia com procedimentos das vanguardas artísticas do século XX, inclusive o cinema mais experimental. O objetivo é observar como a poeta constrói fragmentação em sua poesia mantendo, ao mesmo tempo, uma fluência singular entre os fragmentos; fluência esta que não seria narrativa, mas que aproxima seus poemas de um certo modo de composição e apreensão típicos da arte cinematográfica.


Palavras-chave


Poesia contemporânea. Ana Cristina Cesar. Cinema. Fragmentação

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DOI: https://doi.org/10.22409/gragoata.v14i27.33116

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