Narrar o trauma: escrituras híbridas das catástrofes

Márcio Seligmann-Silva

Resumo


O trabalho propõe uma reflexão sobre algumas das características do gesto testemunhal enfatizando as aporias que o marcam. Partindo da idéia de que o testemunho de certo modo só existe sob o signo de seu colapso e de sua impossibilidade, o texto enfatiza os dilemas nascidos da confluência entre a tarefa individual da narrativa do trauma e de sua componente coletiva. Nas “catástrofes históricas”, como nos genocídios ou nas perseguições violentas em massa de determinadas parcelas da população, a memória do trauma é sempre uma busca de compromisso entre o trabalho de memória individual e outro construído pela sociedade. O testemunho é analisado como parte de uma complexa “política da memória”.

Palavras-chave


Testemunho. Memória do trauma. Trauma. Política da memória. Ditadura no Brasil

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DOI: https://doi.org/10.22409/gragoata.v13i24.33162

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ISSN (online) 2358-4114 - de 2014 em diante


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