Nova instabilidade e simetria: crítica e autocrítica do neobarroco

Joca Wolff

Resumo


O ensaio propõe uma leitura do neobarroco a partir das obras de três de seus principais poetas-pensadores, o brasileiro Haroldo de Campos, o franco-cubano Severo Sarduy e o argentino Arturo Carrera. Objetivando fazer uma crítica da controvertida categoria, o texto investiga a larga reflexão de Sarduy sobre as origens do barroco, paralelamente a sua incidência contemporânea, bem como propõe uma interpretação da poética de Carrera enquanto uma leitura paradoxal e diferida do neobarroco, com início nos anos 70, enquanto fiel discípulo de Haroldo e Sarduy, até a atualidade, através de um “simplismo deliberado” que viria a se transformar em sua marca pessoal. Além disso, o trabalho faz um resgate do emprego pioneiro da expressão nos primórdios do movimento concretista brasileiro, em meados da década de 50.

Palavras-chave


barroco; neobarroco; concretismo; vanguarda; instabilidade

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DOI: https://doi.org/10.22409/gragoata.v11i20.33243

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