A cantiga como armadura de guerra - um estudo sobre a pluralidade de sentidos presente em uma cantiga medieval-ibérica

Autores

  • José D'Assunção Barros USS

Palavras-chave:

Poesia e Poder, trovadores medievais, tensões sociais, sentido, acontecimento político.

Resumo

O objeto deste artigo é discutir as relações entre Poesia e Poder, examinando as tensões políticas e sociais das sociedades medievais ibéricas através da prática e poesia dos trovadores galego-portugueses. Depois de uma apresentação inicial do contexto histórico e das fontes examinadas, o texto analisa uma cantiga galego-portuguesa na qual pode ser vista uma pluralidade de sentidos de acordo com os deslocamentos da cantiga no contexto social e político. O acontecimento examinado através da análise da cantiga é a centralização monárquica a que assistimos em Portugal do século XIII.

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Biografia do Autor

José D'Assunção Barros, USS

Doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF); Professor da Universidade Severino Sombras (USS) de Vassouras, nos Cursos de Mestrado e Graduação em História, onde leciona disciplinas ligadas aos campos da Teoria e Metodologia da História, da Historiografia, e da História da Cultura. Publicou recentemente O Campo da História (Petrópolis: Vozes, 2004), onde discute aspectos diversificados relacionados ao estudo da História, Desenvolveu teses de Mestrado e Doutorado sobre os trovadores medievais ibéricos (A Arena dos Trovadores, 1995 e As Três Imagens do Rei, 1999).

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Publicado

2005-07-19

Como Citar

Barros, J. D. (2005). A cantiga como armadura de guerra - um estudo sobre a pluralidade de sentidos presente em uma cantiga medieval-ibérica. Gragoatá, 10(18). Recuperado de https://periodicos.uff.br/gragoata/article/view/33289

Edição

Seção

Artigos de Linguagem