A CONSTRUÇÃO COM VERBOS DE COGNIÇÃO NO PORTUGUÊS BRASILEIRO: UM ESTUDO PRELIMINAR

Sheyla Patricia Trindade da Silva Costa, Maria Angélica Furtado da Cunha

Resumo


Este artigo apresenta uma análise preliminar acerca da estrutura argumental com verbos de cognição no português brasileiro. Os dados analisados foram coletados em uma entrevista sociolinguística, cujo informante é um homem representante da fala de Natal/RN, de 50 anos, com nível de escolaridade de Ensino Fundamental II. Os resultados obtidos demonstram que a construção de estrutura argumental prototípica para os verbos de cognição corresponde a um subesquema da construção transitiva prototípica e é instanciada na grande maioria dos construtos, os quais remetem a subesquemas mais específicos, a depender do item linguístico que assume a função de objeto direto. O suporte teórico adotado é o da Linguística Funcional Centrada no Uso (LFCU), um modelo teórico-metodológico que absorve princípios, processos e categorias integrantes da linguística funcional norte-americana e da linguística cognitiva.


Palavras-chave


Estrutura argumental; Verbos de cognição; Linguística Funcional Centrada no Uso.

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DOI: https://doi.org/10.22409/gragoata.v21i40.33383

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