'À luz desta fogueira literária': Rui Nunes e outros indivíduos extremos.

Diogo André Barbosa Martins

Resumo


Ao lermos Rui Nunes, deparamo-nos com uma escrita que parece condenar voluntariamente ao fracasso qualquer hipótese de se fazer sentido, ou de o sentido existir sequer. Cruzando a sua escrita com algumas ideias de Jacques Rancière e Elias Canetti, pretende-se apenas isto: pensar o gesto de escrever como um acontecimento liminarmente político e dissensual, uma forma de confrontar a democracia com os seus limites e o seu permanente ser-em-potência. E, em última instância, mesmo excluindo radicalmente a premência de haver sentido, emerge uma inegável evidência: há mais um texto no mundo.

 

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DOI: http://dx.doi.org/10.22409/gragoata.2018n45a1096.


Palavras-chave


sentido; escrever; democracia; dissenso.

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DOI: https://doi.org/10.22409/gragoata.2018n45a33575

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