ANTÍGONA: UM ESTUDO SOBRE OS LIMITES DA LIBERDADE FEMININA NA GRÉ- CIA ANTIGA

Maria Clara Pivato Biajoli, Anelise Zaninette Zaquco

Resumo


Este artigo discute a peça Antígona, obra criada por Sófocles em meados de 442 a.C, a partir do papel do gênero feminino na tragédia e apoiado em estudiosos sobre o tema da questão de gênero, como Judith Butler, e análises dessa mesma vertente relacionadas à obra selecionada, como Kathrin Rosenfeld. A problematização da questão de gênero nessa tragédia torna possível verifcar as camadas de interpretações multifacetadas e olhares que o texto constrói sobre as possibilidades de atuação da mulher na sociedade da Grécia Antiga. As personagens femininas apresentadas são diversas e carregadas de signifcações, porém o foco deste artigo é a discussão de Antígona como heroína, realizadora de sua trajetória, construtora de ações e não apenas expectadora, sendo possível, portanto, tomá-la como a autora de sua tragédia, a grande arquiteta dessa poesia, uma mulher que muda o enfoque feminino na tragédia como um todo.


Palavras-chave


Antígona; Gênero; Grécia Antiga; Tragédia

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DOI: https://doi.org/10.22409/rh.v4i3.28042

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Direitos autorais 2019 Maria Clara Pivato Biajoli, Anelise Zaninette Zaquco

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