O MITO DO ANDRÓGINO NO BANQUETE DE PLATÃO

Luiz Maurício Bentim da Rocha Menezes

Resumo


O Banquete de Platão retrata a reunião de alguns convivas na casa de Agatão comemorando sua vitória no concurso de tragédias. Num dado momento do Banquete se decide que todos deveriam fazer um elogio a Éros, deus do amor, que até então não havia recebido nenhum elogio à altura. Nosso trabalho irá se centrar no discurso proferido por Aristófanes que, no intuito de falar de todos os amores possíveis entre os humanos, irá apresentar aquele que seria o primeiro mito sobre gênero, isto é, o mito do andrógino. Será através desse mito que será possível se estabelecer um sentido para a plenitude do amor entre os homens ou, como preferimos dizer, um todo erótico que se forma a partir da divisão da humanidade em três gêneros diferentes. Aristófanes, dessa forma, consegue demonstrar o signifcado do amor da maneira mais ampla possível. A pertinência discurso aristofânico será confrontada com a defesa do amor dada por Sócrates e a relação que ele estabelece entre o todo erótico e o Bem . 


Palavras-chave


Banquete de Platão; Mito do Andrógino; Aristófanes; Sócrates; Amor

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DOI: https://doi.org/10.22409/rh.v4i3.28045

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