NO REGIME DO CÓDIGO HOMÉRICO DE ULYSSES, MOLLY REENCENA A AMBIGUIDADE DE PENÉLOPE

Clarissa Catarina Barletta Marchelli

Resumo


Consenso entre os especialistas, o regime do código homérico em Ulysses está longe de ser um mero pastiche da épica homérica. Se Joyce sugeriu a fliação no título do romance e na sequência dos capítulos, a épica é ao mesmo tempo resgatada e rasurada. Partindo do conceito de palimpsesto, formulado por Gerard Genette, o presente trabalho procura compreender de que modo a ambiguidade de Penélope, que mantém o cortejo dos pretendentes e a espera por Odisseu, é reencenada no adultério e na permanência de Molly no casamento, atualizando o voto da homophrosýne grega.


Palavras-chave


Ulysses; Odisseia; ambiguidade; homophrosýne.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22409/rh.v4i3.28046

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Clarissa Catarina Barletta Marchelli

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial 4.0 Internacional.

  • INDEXADORES

AWOL - The Ancient World Online

Diadorim

Google Scholar

Latindex

 

  • INSTITUCIONAL

 

NEREIDA - Núcleo de Estudos de Representações e de Imagens da Antiguidade
Campus do Gragoatá - Rua Prof. Marcos Waldemar de Freitas Reis, Bloco O, sala 507
24210-201 - Niterói - RJ
nereida@vm.uff.br