Ser Cubano (entrevista com Tania Bruguera)

Tania Bruguera, Roselee Goldberg

Resumo


Tania Bruguera nasceu em Havana, Cuba, em 1968, filha de Miguel Bruguera, conselheiro político cubano na Embaixada de Cuba em Paris e embaixador no Líbano e no Panamá, e de Argelia Fernandez, tradutora de espanhol-inglês com bacharelado em Ciências Sociais. Tania Bruguera estudou no Liceu Francês durante sua infância e, dos 12 anos em diante, em uma escola de arte em Havana, se graduando pelo Instituto Superior de Arte em 1992. Nos últimos sete anos [1998 a 2005], ela tem vivido em Chicago e em Havana, dividindo o ano entre duas cidades, duas culturas e duas ideologias, “entre passado e futuro”, como ela disse. Essas idas e vindas entre continente e ilha, intercaladas com extensas viagens internacionais, têm aguçado o entendimento de Bruguera sobre o que significa “ser cubano” e o que é necessário para realizar uma obra que seja relevante tanto localmente quanto internacionalmente. “Posso utilizar o mesmo modelo dentro e fora de Cuba?” – ela se questiona. Sua consciência de viver em uma animada matriz política, de consequências ligadas a ações, proporciona a bússola ética à obra de Bruguera. Esse também foi o foco de nossa conversa que começou no último janeiro na Cidade do México e continuou em Miami e em Nova York.


Palavras-chave


entrevista: Tania Bruguera; Roselee Goldberg

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DOI: https://doi.org/10.22409/poiesis.1421-22.123-134

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