O Minimalismo e a experiência psicodélica

Aline Pires Luz

Resumo


Neste artigo estabeleceremos comparações entre a experiência
psicodélica e o Minimalismo através do pensamento de Georges
Didi-Huberman em seu livro O que vemos, o que nos olha, onde o autor
expõe os limites da idealizada tautologia minimalista, pois, como afirma,
a ilusão se contenta com pouco e, assim sendo, as aspirações literais do
objeto minimalista são frustradas por nossa capacidade associativa e imaginativa, além de tornarem presentes aspectos experienciados através do estado psicodélico.


Palavras-chave


minimalismo; psicodelismo; arte contemporânea

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Referências


BATCHELOR, David. Minimalismo. Coleção Movimentos da Arte Moderna. 2ª ed. São Paulo: Cosac & Naify, 2001.

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Artigos

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DOI: https://doi.org/10.22409/poiesis.1421-22.177-188

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