Do Claro e do Escuro: O contemporâneo em Arthur Bispo do Rosário.

Janaína Laport Bêta

Resumo


O que é o Contemporâneo?, escrito do filósofo Giorgio Agamben; e O Agoral, ensaio do poeta Antônio Cicero - leituras que se cruzam no apuro do olhar que se dirige ao artista contemporâneo Bispo do Rosário, poética que nos convoca, instigando-nos a pensar, seja pela surpreendente estesia, ou pela desconcertante origem. Estabeleceremos diálogos e reflexões acerca do que entendemos por contemporâneo, para pensarmos as implicações do termo atrelado às obras do artista.

Palavras-chave


atopia; contemporâneo; excesso

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Referências


AGAMBEN, Giorgio. O que é o Contemporâneo? Tradução inédita de Cláudio Oliveira. Mimeo.

BATAILLE, Georges. A Experiência Interior. Tradução de Celso Libânio Coutinho et ali. São Paulo, Editora Ática, 1992.

BAUDELAIRE, Charles. O pintor da Vida Moderna. In: Obras Estéticas, filosofia da imaginação criadora. Petrópolis: Ed. Vozes, 1993.

CÍCERO, Antônio. O Agoral. In: O mundo desde o fim. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1995.

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HIDALGO, Luciana. Arthur Bispo do Rosário: o senhor do labirinto. Rio de Janeiro: Rocco, 1996.




DOI: https://doi.org/10.22409/poiesis.1115.122-133

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