Quando os operários mortos visitam Brasília: os espectros fotográficos em Imemorial, de Rosangela Rennó

Ricardo Barberena

Resumo


Na exposição Imemorial (1994), a fotógrafa Rosângela Rennó trabalhou em arquivos recuperados que estavam socialmente sepultados pela História Oficial brasileira. Essa poética fotográfica demostra uma perspectiva de luto que evidencia o funcionamento de uma política simbólica de opacidade. Assim sendo, Rennó está alinhada ao caráter primordial da fotografia: a construção de evidências.

Palavras-chave


fotografia; memória; história; esquecimento

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Referências


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DOI: https://doi.org/10.22409/poiesis.1013.93-104

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