O verbete, o dicionário e o documento: Uma leitura da montagem em Georges Bataille

Eduardo Jorge de Oliveira

Resumo


Este artigo pretende fazer uma leitura do Dicionário crítico de Georges Bataille, publicado ao longo de diversos números da revista Documents, e discutir a questão do procedimento de montagem na revista, atuando como um projeto estético contra a figuração humana.

Palavras-chave


verbete; montagem; semelhança; figura humana

Texto completo:

PDF

Referências


Bataille, G. Las lagrimas de Eros. Trad. David Fernández. Barcelona: Tusquets, 1981.

_____. A literatura e o mal. Trad. Suely Bastos. Porto Alegre: LPM, 1989.

Batchelor, D.; Fer, B.; Wood, P. Realismo, Racionalismo, Surrealismo. A arte no entre-guerras. Trad. Cristina

Fino. São Paulo: Cosac Naify, 1998.

Benjamin, W. A crise do romance. Sobre Alexanderplatz, de Döblin. In : Magia e técnica, Arte e política. Trad.

Sergio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1987. p.54-60.

Bürger, P. Teoria da vanguarda. Trad. José Pedro Antunes. São Paulo: Cosac Naify, 2008.

Didi-Huberman, G. La ressemblance informe. Ou le gai savoir selon Georges Bataille. Paris: Mácula, 1995.

_____. Ante el tiempo. Historia del arte y anacronismo de las imágenes. Trad. O.A. Oviedo Funes.

Buenos Aires: Adriana Hidalgo, 2008.

Eisenstein, S. O sentido do filme. Trad. Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: JZE, 1990.

Foucault, M. As palavras e as coisas. Trad. Salma Tannus Muchail. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

Moraes, E. R. O corpo impossível. São Paulo: Iluminuras, 2002.




DOI: https://doi.org/10.22409/poiesis.1013.145-158

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2018 Eduardo Jorge de Oliveira