Vulvoplastia pré ou pós-cobertura e sua influência na fertilidade

Autores

  • Eduardo Malschitzky M.Sc. Aluno de Doutorado em Ciências Veterinárias – UFRGS.
  • Petra Garbade Dr. Professor Adjunto Faculdade de Veterinária – UFRGS.
  • Ricardo Macedo Gregory Dr. Professor Adjunto Faculdade de Veterinária – UFRGS.
  • Rodrigo da Costa Mattos Dr. Professor Adjunto Faculdade de Veterinária – UFRGS.

Palavras-chave:

eqüinos, vulvoplastia, taxa de prenhez

Resumo

O presente estudo teve como objetivo comparar a taxa de prenhez de éguas PSC apresentando boa conformação perineal,natural ou corrigida cirurgicamente, no momento da cobertura com a taxa obtida em éguas com falhas no fechamento vulvar ecuja correção cirúrgica ocorreu somente após a ovulação. Foram utilizadas 293 éguas Puro Sangue de Corrida, sendo 47virgens, 96 falhadas e 150 com produto ao pé. Durante os exames de rotina para o controle folicular, a região perineal eraavaliada quanto à sua conformação. Quando necessária, a sutura dos lábios vulvares era realizada o mais rapidamentepossível, após a ovulação. Os diagnósticos de gestação foram realizados através de ultra-sonografia entre 12 e 14 dias apósa ovulação. Foi observada diferença significativa (p=0,072) entre as éguas com bom fechamento vulvar e com mau fechamentovulvar. Conclui-se que correções dos defeitos de períneo efetuadas antes do início do cio em que se efetuará a coberturaapresentam melhores resultados de prenhez do que quando a correção é realizada após a ovulação.

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Publicado

2007-01-30

Edição

Seção

Reprodução Animal