Criopreservação de embriões bovinos produzidos in vitro

Raquel Varella Serapião, Wanderlei Ferreira de Sá, Ademir de Moraes Ferreira, Luiz Sérgio de Almeida Camargo, Silvia Graciela Torres Gilardi, João Henrique Moreira Viana, Alessandra de Almeida Ramos, Luiz Altamiro Garcia Nogueira

Resumo


Avaliou-se o processo de congelamento lento utilizando etilenoglicol 1,8 M, quanto à taxa de eclosão de blastocistos, rompimentode zona pelúcida e extrusão celular. Blastocistos de sete dias classificados como de graus I e II foram distribuídos emdois tratamentos: T1(embriões a fresco ) e T2 (congelamento lento com etilenoglicol 1,8 M). Realizou-se o congelamento emaparelho automático com curva de -6° a -35°C e queda de 0,5°C/min. Os embriões congelados foram estocados em nitrogêniolíquido. Imediatamente após o descongelamento os blastocistos foram cultivados individualmente em gotas de 100 ml domeio Glasgow BHK 21, onde permaneceram por 72 horas. Os embriões do T1 também foram submetidos a essas condições.A taxa de eclosão foi maior no T1 (P<0,01), assim como as de rompimento de zona pelúcida e extrusão celular foram maioresno T2 (P<0,01). Concluiu-se que a criopreservação de embriões bovinos produzidos in vitro, em etilenoglicol 1,8M, resultou emtaxas de eclosão satisfatórias, mesmo provocando danos como lesão de zona pelúcida e extrusão celular.

Palavras-chave


bovino, embrião, fertilização in vitro, criopreservação

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Revista Brasileira de Ciência Veterinária - RBCV