Paquimetria ultra-sônica da córnea em leporinos das raças Nova Zelândia (albino e vermelho) e Califórnia e eqüinos mestiços

Hermes Rodrigues Gomes, Nilo Sérgio Troncoso Chaves, Duvaldo Eurides, Clausmir Zanetti Jacomini, Belquiz Nassarala

Resumo


Foram estudados 30 olhos de leporinos, adultos, machos e fêmeas, das raças Nova Zelândia (albino e vermelho) e Califórniacedidos pela EMATER/GO e abatidos artesanalmente e 30 olhos de eqüinos, adultos, machos e fêmeas, mestiços abatidospelo Frigorífico Pomar S.A. Industrial e Comercial de Araguari, MG. Os olhos enucleados e os direitos foram acondicionados,individualmente, em câmaras úmidas (Filatov) com solução fisiológica 0,9% e mantidos em caixa de isopor por um períodomáximo de seis horas. Cada olho foi dividido imaginariamente em cinco áreas (central, nasal superior, nasal inferior, temporalsuperior e temporal inferior). As leituras digitais com o paquímetro ultra-sônico de Storz foram feitas em três pontos para cadaárea , totalizando 15 vezes em cada olho. A média geral obtida para os leporinos foi de 435,35J..L ± 27,59J..L. Os valores médiosforam diferentes para cada ponto, sendo que a média obtida na área nasal inferior (423,67J..L ± 23,93J..L) foi a menos espessa,e na temporal superior (447,37J..L ± 56,46J..L), a mais espessa; para os eqüinos, a média geral obtida foi de 896,79J..L ± 30,15J..L,a média obtida na área temporal inferior (884,87J..L ± 49, 13J..L) foi a menos espessa e a nasal inferior (916,07J..L ± 34, 14J..L) a maisespessa. O método foi eficiente, seguro e simples. Os valores obtidos são inéditos, mas só servem como valores dereferência para estas amostras, pois são dependentes da idade, do peso, do sexo, da raça, da dieta e até do horário do exame,variáveis estas que não foram avaliadas neste trabalho.

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Revista Brasileira de Ciência Veterinária - RBCV