Leitura literária na escola: por uma didática da implicação

Raquel Souza

Resumo


Toda prática pedagógica denuncia, mesmo que à revelia dos professores, os pressupostos teóricos e metodológicos que orientam suas ações. Quanto menos conscientes estamos desses pressupostos, mais difícil é de interferirmos de forma satisfatória no processo de aprendizagem dos nossos alunos. Por isso, o relato que aqui exponho parte de algumas premissas sobre a leitura literária que justificam as atitudes tomadas e as atividades propostas, segundo a concepção de que o professor pode e deve ser teórico e crítico de sua própria prática (MOREIRA; CALEFFE, 2008).

Texto completo:

PDF

Referências


BAJOUR, Cecilia. Ouvir nas entrelinhas: o valor da escuta

nas práticas de leitura. Tradução de Alexandre Morales.

São Paulo: Pulo do Gato, 2012.

CHARTIER, Roger (Org.). Práticas da leitura. Tradução de

Cristiane Nascimento. São Paulo: Estação Liberdade, 1996.

COLOMER, Teresa. A formação do leitor literário: narrativa infantil e juvenil atual. Tradução de Laura Sandroni.

São Paulo: Global, 2003.

ISER, Wolfgang. O ato de leitura. Tradução de Johannes

Kretschmer. São Paulo: Editora 34, 1996. 2v.

LARROSA, Jorge. Pedagogia profana: danças, piruetas e

mascaradas. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.

MOREIRA, Herivelto; CALEFFE, Luiz Gonzaga.

Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. Rio

de Janeiro: Lamparina, 2008.

ROUXEL, Annie. Práticas de leitura: quais rumos para favorecer a expressão do sujeito leitor? Cadernos de Pesquisa

[online], v. 42, n.145, p. 272-283, 2012.

______. Autobiografia de leitor e identidade literária. In:

ROUXEL, Annie et al. Leitura subjetiva e ensino de literatura. São Paulo: Alameda, 2013, p. 67-87


Apontamentos

  • Não há apontamentos.