A ESTÉTICA DO CAPITAL E O MUNDO DAS COISAS

Marcelo Doti, Darlan Delgado

Resumo


O presente ensaio tem como eixo temático de desenvolvimento a concepção de um espaço produzido pelo capital e inundado de coisas. Porém coisas do capital, ou seja, sua objetivação mais espetacular (no próprio sentido de espetáculo), a mercadoria. Esta fere os sentidos de uma forma completamente diferente de outros objetos, pois se carrega de simbologia estética. Isso conduz a uma forma própria de educação do capital, além de outras: a educação estética e sua violência. Entretanto, não se coloca essa problemática sem a devida referência nas relações de classe e os detentores do poder de decisão de como tal estética irá educar centralizando não apenas capital como também a centralização dos sentidos.

Palavras-chave


Estética; coisas-mercadorias; educação.

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DOI: https://doi.org/10.22409/tn.11i17.p8587

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