Economia Criativa: uma estratégia de desenvolvimento no início do século XXI

Autores

Palavras-chave:

Economia Criativa, Inovação, Políticas Públicas

Resumo

Este artigo analisa a economia criativa como estratégia de desenvolvimento socioeconômico no século XXI, com ênfase em sua contribuição para o emprego, inovação e crescimento econômico. O estudo traça a evolução do conceito desde sua origem na Austrália e Reino Unido até sua adoção no Brasil, destaca a inter-relação entre criatividade, tecnologia e inovação. A metodologia é quantitativa e exploratória, com base em revisão bibliográfica e dados de fontes como IBGE, BNDES e FIRJAN. Os resultados indicam que o PIB Criativo tem ganhado relevância na economia brasileira, e demonstra resiliência diante de crises econômicas. Políticas públicas, como a Lei Rouanet e o Vale Cultura, revelam avanços, mas ainda enfrentam desafios quanto à distribuição regional. A pesquisa conclui que o setor tem potencial para promover diversidade cultural, inclusão social e inovação, mas seu fortalecimento depende de políticas eficazes e investimentos que garantam sua expansão para além dos grandes centros urbanos.

Biografia do Autor

  • Annanda Godim Carvalho, Universidade Federal Fluminense

    Bacharel em Economia

  • José Eduardo Manhães Silva, UFF

    Professor Doutor Pesquisador da Universidade Federal Fluminense (UFF), Doutor em Planejamento Regional e Gestão da Cidade pela Universidade Cândido Mendes, Mestre em Economia Empresarial. Professor Ajunto do curso de Economia da UFF.

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Publicado

2026-09-22