https://periodicos.uff.br/criticatextual/issue/feed FlorAção, Revista de Crítica Textual 2021-06-01T00:34:52+00:00 Ceila Maria Ferreira ferreiraceilamaria3@gmail.com Open Journal Systems <p><strong> FlorAção</strong> é uma Revista de acesso aberto, ligada ao Labec-UFF.</p> <p>Além disso, é uma das ações que fazem parte do Programa de Extensão, cadastrado na Proex-UFF: <span style="font-family: 'Noto Sans', 'Noto Kufi Arabic', -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, 'Helvetica Neue', sans-serif;">Um laboratório a serviço da comunidade: edição, preparação, preservação e divulgação de textos literários e não literários.</span></p> <p><span style="font-family: 'Noto Sans', 'Noto Kufi Arabic', -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, 'Helvetica Neue', sans-serif;">Também está ligada ao Grupo de Pesquisa Labec-UFF, cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq.</span></p> <p><span style="font-family: 'Noto Sans', 'Noto Kufi Arabic', -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, 'Helvetica Neue', sans-serif;">Conta com a participação de uma discente da UFF, bolsista de extensão, Marcela da Silva Ribeiro, a quem agradeço.</span></p> <p><span style="font-family: 'Noto Sans', 'Noto Kufi Arabic', -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, 'Helvetica Neue', sans-serif;">Agradeço também à PROEX-UFF pelo apoio.</span></p> <p><span style="font-family: 'Noto Sans', 'Noto Kufi Arabic', -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, 'Helvetica Neue', sans-serif;">Agradeço outrossim aos membros do Conselho Editorial da <strong>Revista</strong>, especialmente a Leonardo Lennertz Marcotulio pelas informações acerca de dados necessários para operacionalizar a publicação da <strong>FlorAção</strong>.</span></p> <p><span style="font-family: 'Noto Sans', 'Noto Kufi Arabic', -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, 'Helvetica Neue', sans-serif;">Agradeço ainda à Viviane Arena Figueiredo pela colaboração na elaboração e na redação das Normas Editoriais desta <strong>Revista</strong>. </span></p> <p><span style="font-family: 'Noto Sans', 'Noto Kufi Arabic', -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, 'Helvetica Neue', sans-serif;">Agradeço a todas e todos que colaboraram com artigos para a <strong>Floração</strong>.</span></p> <p><span style="font-family: 'Noto Sans', 'Noto Kufi Arabic', -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, 'Helvetica Neue', sans-serif;">Agradeço também ao público leitor. </span></p> https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50285 CIDADÃS E CIDADÃOS DO MUNDO UNI-VOS 2021-05-31T22:45:59+00:00 Ceila Maria Ferreira ferreiraceilamaria3@gmail.com <p>Resenha de Eu também sou brasileira, de Marilia Kubota</p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50199 Conversa com Maximiano de Carvalho e Silva 2021-05-27T14:53:38+00:00 Maximiano de Carvalho e Silva maximianocsilva@gmail.com Ceila Maria Ferreira ceilamaria@hotmail.com <p>Entrevista com o fundador da Cadeira de Crítica Textual na Universidade Federal Fluminense</p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50172 O TEXTO E SEU PROCESSO DE PRODUÇÃO 2021-05-25T18:34:54+00:00 Rosa Borges rosaborges@ufba.br <p>Sabe-se que os textos não existem fora de seus suportes, sejam eles, papiro, pergaminho, papel, tela do computador, e que são tecidos de vários elementos em sua elaboração. Observam-se, na materialidade da escrita, diferentes formas de inscrição da linguagem, construindo assim significados também diversos. Buscando-se evidenciar os estados de um texto e os elementos que o compõem, tomar-se-á, na perspectiva da Filologia Textual, um dos <strong>Poemas do mar</strong> do poeta baiano Arthur de Salles para mostrar qual a importância, na prática, de se entender o processo de produção, a partir das modificações textuais.</p> <p>&nbsp;</p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50184 FILOLOGIA E AMIZADE: 2021-05-26T19:20:07+00:00 Raphael Salomão Khède raphaelsalomao@hotmail.com <p><em>O artigo se propõe a analisar a correspondência entre o filólogo românico Gianfranco Contini e os dois grandes escritores italianos Carlo Emilio Gadda e Eugenio Montale, colocando em evidência o percurso crítico e inventivo de três grandes figuras do contexto literário italiano do século XX.</em></p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50260 RESGATANDO A MEMÓRIA LITERÁRIA: AS EDIÇÕES E AS OBRAS DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA 2021-05-31T00:52:06+00:00 Viviane Arena Figueiredo thommas.leo@yahoo.com.br <p>A edição crítica de um texto é uma tarefa que exige uma minuciosa busca por referências que compuseram a obra ao longo do seu processo de criação. Ao se definir o objeto de investigação crítica, o editor busca não só manter a veracidade do texto literário, como também diminuir as lacunas criadas pelo esquecimento de diversos artistas por parte do cânone. É, pois, segundo essa matriz diferencial que nos deparamos com a obra da escritora fluminense Júlia Lopes de Almeida. Nascida em 1862, deixou uma vasta composição literária no qual se encontram romances, crônicas, contos, apontamentos histórico-geográficos. Ainda na primeira década do século XX, seu nome figurava entre os grandes artistas da época, de maneira que seus textos foram fartamente veiculados em jornais tais quais <em>O paiz</em>, <em>Gazeta de Noticias</em> e <em>O Jornal do Commercio</em>. Sendo assim, a obra de Júlia Lopes, além de nos fornecer um amplo retrato da sociedade dos séculos XIX e XX, conta com um fator extremamente relevante para os estudos de crítica textual. Ao colaborar como escritora em diversos jornais da época, a autora nos deixa um vasto material de investigação sobre as prováveis mudanças que tenham ocorrido em seus textos ao longo dos processos de publicação.</p> <p>&nbsp;</p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50238 Os ESCRAVOS EM REGISTROS DE BATISMO E DE ÓBITO DE GOIÁS NOS SÉCULOS XVIII E XIX 2021-05-29T00:44:02+00:00 Maiune Oliveira Silva maiune20@gmail.com Vanessa Regina Duarte Xavier vrdxavier@gmail.com <p>O interesse mútuo de dois estudos pela temática da escravidão negra em Goiás confluiu neste texto, que teve por finalidade apresentar uma investigação sobre o tema em manuscritos do século XVIII ao XIX, mais especificamente, em registros paroquiais de batismo e de óbito da região. Motivou a convergência das pesquisas o fato de ambas tratarem de uma mesma espécie documental, o <em>registro paroquial</em> (BELLOTTO, 2002), mas com especificidades que derivam dos fins aos quais se destinam os registros de batismo e os de óbito. Excertos da edição semidiplomática dos documentos e um breve inventário lexical realizado nestes corroboram as similaridades e divergências entre os registros referidos e evidenciam o tratamento diferenciado concedido aos negros em relação às demais etnias.</p> <p><em>&nbsp;</em></p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50195 GLOSSÁRIO LATIM-PORTUGUÊS DE IMPRESSORES DE INCUNÁBULOS 2021-05-27T12:40:39+00:00 Fábio Frohwein de Salles Moniz fabiofrohwein@gmail.com <p>Este glossário objetiva oferecer aos profissionais de Biblioteconomia alguns contributos para a recuperação de informações em incunábulos. De forma mais específica, propomos um glossário latino para auxiliar o bibliotecário na identificação e padronização de nomes de impressores de incunábulos nos catálogos de instituições custodiadoras de acervos especiais. Este trabalho se desdobrou de nosso projeto de Extensão “Núcleo de Documentação em Línguas Clássicas”, que vem sendo realizado em parceria entre a Fundação Biblioteca Nacional (fbn) e a Faculdade de Letras da UFRJ. Nesta primeira parte do glossário, elaborado a partir do acervo de incunábulos da fbn, apresentamos um breve texto introdutório e os verbetes de nomes de impressores iniciados com as letras A e B. Longe de buscarmos exaurir os nomes de impressores dessa fase da impressão de livros com tipos móveis, nosso intuito foi apenas de propor uma padronização de informações para os registros desses incunábulos no catálogo <em>on-line</em> da fbn, conforme tabelas de identidade de bases de referência internacional: 1) <em>World Catalog</em> (WorldCat), 2) <em>Library of Congress</em> (Livraria do Congresso Americano), 3) <em>Incunabula Short Title Catalogue</em> e 4) <em>Biblissima</em>.</p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50186 UM FRAGMENTO TARDO-MEDIEVAL PORTUGUÊS DAS COLAÇÕES DE JO`ÃO CASSIANO 2021-05-26T19:39:13+00:00 João Dionísio joaodionisio@campus.ul.pt Vânia Carvalheiro vania.mendes@edu.ulisboa.pt Mariana Castro marianacastro1905@gmail.com <p>este artigo apresenta o confronto entre as partes comuns de dois manuscritos quatrocentistas que transmitem em língua portuguesa uma porção da obra mais importante de João Cassiano (c.360-c.435), as <em>Colações</em>. Um dos manuscritos pertence ao fundo de códices alcobacenses guardado na Biblioteca Nacional de Portugal (Alc. 386); o outro é um fragmento pertencente à biblioteca do Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa. Os resultados da comparação, que se baseia numa transcrição conservadora, permitem reflectir sobre se cada códice veicula uma tradução própria ou uma tradução partilhada, embora com diferenças. Esta reflexão é desenvolvida de acordo com o conhecimento estabelecido acerca da margem de manobra de que dispunha o copista medieval.</p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50178 OS CAHIERS DE SIMONE WEIL NO BRASIL: 2021-05-25T21:41:28+00:00 Thiago Mattos thiagomattos.lit@gmail.com <p>Filósofa, mística, militante, poeta, dramaturga, tradutora, professora, operária, trabalhadora rural — Simone Weil (1909-1943) é irredutível nos “conteúdos” da sua obra. Pode-se considerar também certa irredutibilidade da sua forma: equilibrando-se entre filosofia (pensamento), escrita (criação) e vida (experiência), Weil, excetuados seus artigos, dedica-se a uma escrita cumulativa, descontínua e supostamente inacabada. Seus <em>Cahiers</em> são um exemplo privilegiado dessa dupla irredutibilidade: esboços de aforismos, ideias de capítulos, poemas rascunhados, pedaços de tradução comentada, “tentativas ensaísticas” que atravessam a filosofia pré-socrática, os <em>Upanixades</em>, a mística cristã, os ensinamentos budistas, a poesia francesa, as teorias da ciência e também certa escrita de si. Nos anos 1950 e 1960, autores como Camus, Bataille, T. S. Eliot, Susan Sontag etc. se voltam para suas obras póstumas; a partir dos anos 2000, com a publicação das <em>Oeuvres complètes</em>, Alfonso Berardinelli, Agamben e outros pesquisadores da Espanha, Itália, EUA e França revisitam os escritos weilianos. Entre nós, a presença de Weil é relativamente tímida. Apesar do interesse acadêmico a partir dos anos 1990, a autora circula pouco em traduções brasileiras, restringindo-se a algumas obras avulsas mais marcadamente “acabadas”. Neste artigo, pretendemos apresentar um panorama da construção editorial da obra de Weil e mostrar a relevância de editar e traduzir seus <em>Cahiers</em> no Brasil.</p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50189 CONSIDERAÇÕES SOBRE AS REDONDILHAS CAMONIANAS 2021-05-26T22:36:27+00:00 Marina Machado Rodrigues mr.marina@terra.com.br <p>O estudo em questão visa à análise estrutural das redondilhas camonianas, pertencentes ao corpus minimum. À métrica medieval do redondilho, Camões incorpora temas e motivos corteses, de acordo com os cânones petrarquistas que regem a poesia do século XVI, acrescentando à forma de cariz popular a elegância áulica.</p> 2021-06-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 FlorAção, Revista de Crítica Textual