O ENTORNO QUE NÃO VAI: UM ESTUDO DE CASO DO NÃO-PÚBLICO DE UM MUSEU DE CIÊNCIAS NO RIO DE JANEIRO

Livia Mascarenhas de Paula, Grazielle Rodrigues Pereira, Lilian Mascarenhas de Paula, Robson Coutinho-Silva

Resumo


Os museus e centros de ciências, enquanto locais de educação não formal e voltados para a divulgação da ciência têm desenvolvido diferentes metodologias e ferramentas que buscam a interlocução entre a produção científica da academia e a população. Nesse sentido, tendo em vista a sua função social, na presente pesquisa buscamos investigar se a comunidade do entorno de um determinado museu de ciências, localizado na cidade do Rio de Janeiro tem como hábito visitar tal espaço, bem como de que forma se apropria desse local. Com isso, por meio de um estudo de caso e norteados pelos padrões da pesquisa qualitativa, utilizamos para a coleta de dados questionários e entrevistas semiestruturadas. Os resultados da pesquisa apontaram que a população residente do entorno não visita o museu em questão, assim como não o faz por desconhecer as atividades que são oferecidas, ou mesmo ignoram o que é um museu de ciências. Desta maneira, salientamos a necessidade de os museus de ciências buscarem novas estratégias de divulgações de suas ações e atividades, de modo a tornar este “não público” em público visitante, evidenciando ainda para a sociedade as suas potencialidades e diferentes possibilidades de educação e lazer.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22409/esa.v9i3.548

Apontamentos

  • Não há apontamentos.