[1]
“Evidencias de validez de la estructura interna del Kiddo-Kindl”, Fractal, Rev. Psicol., vol. 22, nº 1, p. 239–240, maio 2010, Acesso em: 29º de janeiro de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicos.uff.br/fractal/article/view/4791