Texto-corpo-fuça-gambiarra

Autores

  • Renata Leitão Universidade Federal de Minas Gerais
  • Renata Lima Aspis Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.70271/gambiarra.v7i8.69583

Palavras-chave:

corpo, fuçar, gambiarra, dissidência, resistência

Resumo

O presente texto traz a fuça como radar de um corpo desobediente e subversivo, entendendo-a como aparato corporal de uma metodologia própria de fazer, escrever, criar, encenar etc. viver. Como faz uma gambiarra? Com a mão e com a cabeça? Com durex, chicletes, canivetes? Tem luzinha, abraçadeira? Na cozinha, arte e ciência? Com motor de geladeira? Tudo isso, nada disso, deixa disso, cata o que tem por aí? Uma gambiarra se faz cas fuça! Mete as cara, bota a cara, dá na cara. É a fuça que puxa o corpo e as ideia, a fuça da leoa, da leitoa, das piçoa tuda animalada. Dois buracos não são tomada, tá ligada? Fuça não é tomada, muito menos farejada. Nossa gambiarra é metodologia, é prática criativa, se realiza com a mão e a cabeça, mas sobretudo com o corpo todinho, metendo as cara, na criação de si e de mundos por vir.

Biografia do Autor

  • Renata Leitão, Universidade Federal de Minas Gerais

    Cursou Artes Plásticas na Guignard, pedagogia na Facon, pós em Educação Criativa na PUC Minas e é mestranda em Artes, Filosofias e Resistências pela FaE – UFMG. Brotou na beirada do Rio Doce e deu de parar na capital. Coordena a ONG Nova Atmosphera, se aglomera no grupelho e se encontra na cerâmica.

  • Renata Lima Aspis, Universidade Federal de Minas Gerais

    Cursou graduação em Filosofia, e mestrado e doutorado em Educação – Unicamp. Na FaE – UFMG é professora de filosofia e coordenadora do grupelho Grupo de Estudos e Ações em Filosofia e Educação, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação: conhecimento e inclusão social e ao Mestrado Profissional em Educação e Docência - Promestre.

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Publicado

24-06-2026

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Leitão, R., & Lima Aspis, R. (2026). Texto-corpo-fuça-gambiarra. Gambiarra, 7(8), 24-36. https://doi.org/10.70271/gambiarra.v7i8.69583