Tocar o perigo
Aquilo que não escutamos no livre improviso sonoro
DOI:
https://doi.org/10.70271/gambiarra.v7i8.69593Palavras-chave:
livre improviso, escuta, somResumo
O presente artigo trata de uma carta para o músico Marcos Campello escrita em 2017, durante pesquisa e feitura de dissertação de mestrado. O texto parte de conversas com o artista para refletir acerca de risco, erro, livre improvo e escuta, buscando adentrar a materialidade do som e tendo como ponto central o trabalho Niños Heroes. Para tanto, dialoga ainda com os múiscos Tom Zé, Negro Leo, John Cage, Felipe Zenícola, dentre outros. Adentrando o universo da des-canção, do diálogo e da escuta. Ao final, busca dialogar brevemente com a obra de Fred Moten, inserindo uma racialização dessa escuta e da idéia de livre improviso.
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