Montículos, pedras e árvore

Paisagem, trabalho, território e memória em uma residência artística

Autores

  • Arthur Lauriano do Carmo Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.70271/gambiarra.v7i8.69600

Palavras-chave:

residência artística, improvisação, atenção, território, memória

Resumo

Este artigo reflete sobre uma residência artística realizada na comunidade de Terra de Areia (RS), investigando como improvisação, erro, acaso e atenção podem constituir ferramentas metodológicas em práticas artísticas de território. A narrativa poética do processo — que incluiu erguer uma árvore morta, caminhar carregando pedras e envolver moradores na recuperação de memórias locais — é entrelaçada a reflexões teóricas de Simone Weil e Byung-Chul Han, dentre outros. Discutem-se criticamente as tensões entre paisagem, trabalho, território e memória desencadeadas por essa experiência, demonstrando como o fazer artístico pode reconfigurar narrativas locais e propor novos olhares sobre o cotidiano, sem perder o fio subjetivo e ensaístico da vivência.

Biografia do Autor

  • Arthur Lauriano do Carmo, Universidade Federal Fluminense

    Doutorando em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense, mestre em Artes Visuais pela Universidade de São Paulo e pesquisador associado ao Fórum Permanente. Trabalha entre Curitiba e Rio de Janeiro.

Referências

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Publicado

24-06-2026

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Lauriano do Carmo, A. (2026). Montículos, pedras e árvore: Paisagem, trabalho, território e memória em uma residência artística. Gambiarra, 7(8), 48-60. https://doi.org/10.70271/gambiarra.v7i8.69600