Revista Hoplos https://periodicos.uff.br/hoplos <p>“Hoplos” é a revista discente do Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos da Defesa e Segurança (PPGEST) vinculada ao Instituto de Estudos Estratégicos (INEST) da Universidade Federal Fluminense (UFF). Com periodicidade semestral, ela se constitui em um espaço plural de análise e discussão sobre temas que permeiam os Estudos Estratégicos, as Relações Internacionais e a Ciência Política. Recebendo colaborações em sistema de fluxo contínuo, a revista publica artigos acadêmicos e resenhas de obras de edição recente e tem como principal objetivo a divulgação da produção de pós-graduandos/as e pesquisadores/as dessas áreas. Os textos recebidos são analisados em sistema de blind review e publicados mediante recomendação do Conselho Editorial.</p> PPGEST - INEST/ UFF pt-BR Revista Hoplos 2595-699X <h4>1. PROPOSTA DE POLÍTICA PARA PERIÓDICOS DE ACESSO LIVRE</h4><p><br /><span>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</span></p><p>a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/" target="_blank">Licença Internacional Creative Commons Attribution - Share Alike 4.0</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p><p>b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p><p>c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p> Editorial https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/52707 <p>É com imenso prazer que a Revista Hoplos lança sua nona edição. Como em nossa edição passada, a continuação da pandemia de COVID-19 fez com que todos os trabalhos permanecessem à distância e sem ainda conhecer nossos colegas pessoalmente. Contudo, o avanço da vacinação nos <br>permite olhar para o futuro com mais otimismo e com a esperança de em breve estarmos de corpo presente no ambiente universitário. <br>No decorrer deste semestre, a Hoplos passou por uma reformulação quase integral de sua equipe, com novos editores-executivos, editores de comunicação, editores de redação e de leioute. Por esse motivo, agradeço em nome dos novos membros ao editor-chefe Danilo Sorato e ao editor-executivo Pedro Henrique Miranda Gomes pela paciência e atenção em ensinar o passo-a-passo de cada função que assumimos. Estendo os agradecimentos aos membros que não puderam permanecer na revista mas que, sem dúvidas, foram essenciais para a continuidade dos nossos <br>objetivos, notadamente: a divulgação do conhecimento científico de qualidade.<br>Em busca de contribuir para o desenvolvimento da área de Relações Internacionais e Estudos Estratégicos, a atual edição é composta por dez trabalhos, sendo cinco artigos e cinco resenhas. Essas notórias contribuições advieram de pesquisadores e pesquisadoras de diferentes <br>universidades do Brasil, que têm se debruçado sobre os mais diversos assuntos e expandindo o leque de temáticas, debates e diálogos concernentes a nossa área. <br>Para abrir a seção de artigos com uma pertinente contribuição teórica de Clausewitz, tem-se o trabalho O Conceito de Centro de Gravidade, de Ricardo Antonio Cazumba. Após, um artigo que traz uma análise contemporânea de uma das questões que permeiam a América-Latina, intitulado: Há um “Elefante na Sala”? uma análise das relações contemporâneas entre a Bolívia e Chile em termos geopolíticos, de Stephanie Braun Clemente e Ana Carolina Dias Terra. Em seguida, um estudo documental na área da Defesa Brasileira denominado Planejamento Baseado em Capacidades nos Documentos de Defesa Brasileiros, escrito por Angela Nogueira Neves, em coautoria com Julia Lucena de Souza Nishio, Jairo Farias e Tássio Franchi. O pesquisador Carlos <br>Alberto Leite contribuiu com um artigo que aprofunda questões teóricas dos Estudos Estratégicos, intitulado Os Contornos Epistemológicos da Cultura Estratégica: uma abordagem comparativa. Finalizando os artigos, tem-se a contribuição de Renata Pavão dos Santos, sob o título O Primeiro <br>Comando da Capital como uma questão de Segurança Internacional.<br>A seção das resenhas é constituída por cinco trabalhos que apresentam, sob um olhar crítico, importantes obras para as Relações Internacionais e Estudos Estratégicos, sendo elas: A China venceu? O desafio chinês à supremacia americana (Felipe Augusto Haiermann); Nas trincheiras do Ocidente: lições sobre fascismo e antifascismo (Sérgio Schangel); Un peacekeeping doctrine in a New Era. Adapting to Stabilisation, Profection and New Threats (Victória Motta de Lamare França); Os Militares e o Governo Jair Bolsonaro: entre o anticomunismo e a busca pelo protagonismo (Rafael Polari de Alverga Kritski); e, por fim, Estado de Exceção: a forma jurídica do neoliberalismo (Pollyana Labre Andrade)<br>Boa leitura, <br>O Comitê Editorial</p> Equipe Editorial da Hoplos Copyright (c) 2021 Equipe Editorial da Hoplos https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 7 8 A CHINA VENCEU? O DESAFIO CHINÊS À SUPREMACIA AMERICANA https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/51510 <p>A atual disputa geopolítica entre os Estados Unidos (EUA) e a China suscita diversos debates na academia especializada e na mídia nacional e internacional. Nesta obra, Kishore Mahbubani (2021) se dedica a analisar essa questão, realizando uma análise aprofundada das atitudes das duas grandes potências. Os EUA, ao optarem pelo atrito permanente com a China, podem sair em desvantagem da atual disputa, especialmente em virtude dos seus próprios erros internos.</p> <p> </p> Felipe Augusto Heiermann Copyright (c) 2021 Felipe Augusto Heiermann https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 109 111 NAS TRINCHEIRAS DO OCIDENTE: LIÇÕES SOBRE FASCISMO E ANTIFASCISMO https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/51911 <p>Ainda que muito se tenha publicado sobre fascismo como conceito genérico, sobre Nazismo ou sobre a recessão democrática global, fazia falta, na literatura recente em português, um livro sobre o Fascismo italiano. E, principalmente, sobre o antifascismo italiano. Nas trincheiras do Ocidente, de Gianni Fresu, publicado em 2017, supre parcialmente essa lacuna. Fresu, professor de filosofia política da Universidade Federal de Uberlândia, italiano, veio para o Brasil em 2014 como professor visitante da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). Como revela o autor (FRESU, 2017, p. 05), este livro é consequência direta desta experiência, na qual lecionou, junto com Marcos Del Roio – que assina o prefácio – uma disciplina sobre Fascismo e antifascismo.</p> Sergio Schargel Copyright (c) 2021 Sergio Schargel https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 112 114 UN PEACEKEEPING DOCTRINE IN A NEW ERA. ADAPTING TO STABILISATION, PROTECTION AND NEW THREATS https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/51673 <p>Desde 2004, a Organização das Nações Unidas (ONU) enfrenta um novo contexto de segurança internacional, com o Conselho de Segurança (CSNU) já tendo autorizado quatro Operações de Paz de “estabilização” inspiradas nas experiências da Organização do Tratado do Atlântico Norte. Apesar de não existir uma doutrina que defina os parâmetros desse tipo de engajamento, essas missões vêm mudando a abordagem da ONU para uma “virada robusta”. Dessa forma, essas mudanças contrariam os princípios doutrinários basilares das Operações de Paz (imparcialidade, consentimento do Estado anfitrião e uso mínimo da força), já que há uma maior disposição para o emprego da força, o apoio a governos anfitriões e o uso de novos sistemas de armas e táticas, incluindo forças especiais e de inteligência.</p> Victoria Motta de Lamare França Copyright (c) 2021 Victoria Motta de Lamare França https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 115 117 OS MILITARES E O GOVERNO JAIR BOLSONARO: ENTRE O ANTICOMUNISMO E A BUSCA PELO PROTAGONISMO https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/51734 <p>A participação das Forças Armadas na política brasileira tem sido tema de reflexão de forma crescente nos últimos anos. Entre as décadas de 1990 e 2000, à exceção dos estudiosos com dedicação específica aos militares, o tema saiu da agenda, como se a transição à nova república tivesse encerrado o tópico. Contudo, eventos recentes demonstram participação cada vez mais ativa dos fardados na vida política.</p> <p>A MINUSTAH recolocou os militares em evidência, assim como as operações de garantia da lei e da ordem (GLO) e a política de “pacificação” no Rio de Janeiro. Posteriormente, a instauração da Comissão Nacional da Verdade foi acompanhada por posicionamentos públicos de figuras das Forças Armadas.</p> <p>Em 2016, a eminência de um golpe de Estado com novas características levou à preocupação sobre como as Forças Armadas se posicionariam. Depois da aparente neutralidade durante o impeachment de Dilma Rousseff, abordada por Adriano de Freixo em textos anteriores, os militares serviram de esteio para o governo Temer, que contava com ampla rejeição. A presença de militares em postos do governo tornou-se usual, bem como benesses para os fardados, com privilégios e direitos específicos, como a exclusão no projeto de reforma da previdência (FREIXO, 2020, p. 19-20).</p> Rafael Polari de Alverga Kritski Copyright (c) 2021 Rafael Polari de Alverga Kritski https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 118 120 ESTADO DE EXCEÇÃO: A FORMA JURÍDICA DO NEOLIBERALISMO https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/51671 <p>Um dos conceitos-chave para entender os diversos processos políticos que vêm ocorrendo com as democracias no século XXI é o de estado de exceção. É a partir dele que Rafael Valim pretende entender o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2016 em seu breve livro “Estado de Exceção: a forma jurídica do neoliberalismo”.</p> <p>Logo como ponto de partida, o autor revela as dificuldades em se trabalhar com o conceito estado de exceção visto que, enquanto terminologia e teoria, este se apresenta como inacabado dada a polissemia de seu uso. Tendo em vista esse obstáculo, são apresentadas as diferentes abordagens propostas por François Sant-Bonnet e Giorgio Agamben. Para Valim, as duas abordagens não se anulariam. Enquanto Sant-Bonnet parte do campo da linguagem, Agamben gira seu esforço para uma compreensão totalizante do estado de exceção.</p> Pollyana Labre Andrade Copyright (c) 2021 Pollyana Labre Andrade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 121 123 O CONCEITO DE CENTRO DE GRAVIDADE: https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/49919 <p>O artigo tem por objetivo apresentar como o conceito de Centro de Gravidade (CG), presente na obra Da Guerra, foi incorporado à doutrina militar brasileira, particularmente à Doutrina de Operações Conjuntas, de forma acrítica. O conceito, como é demonstrado, não sofreu o profundo debate necessário antes dessa incorporação, se convertendo em ferramenta de planejamento e empregado em situações operacionais totalmente descoladas de sua destinação original. Para atender esse objetivo, no artigo analisam-se referências originais contidas na obra, buscandose caracterizar como o autor entendia o conceito e os seus limites. Desenvolve-se, também, um esforço de reconstrução do contexto histórico e social em que o conceito de CG passou a atrair a atenção das forças armadas dos Estados Unidos. No texto são presentadas as principais tentativas de operacionalização do conceito, indicando-se as concordâncias entre os principais autores e as divergências. O artigo atenta para as consequências do consumo acrítico e descontextualizado de ideias e conceitos<br />militares do centro internacional por países detentores de experiências totalmente distintas.</p> Ricardo Antonio Cazumba Copyright (c) 2021 Ricardo Antonio Cazumba https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 9 31 HÁ UM “ELEFANTE NA SALA”? UMA ANÁLISE DAS RELAÇÕES CONTEMPORÂNEAS ENTRE BOLÍVIA E CHILE EM TERMOS GEOPOLÍTICOS https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/51625 <p>O artigo analisa o relacionamento historicamente tenso entre Bolívia e Chile, que desde o pós-Guerra do Pacífico, não mantém relações diplomáticas formais. Tal guerra foi um conflito geopolítico sul-americano na região do deserto do Atacama e gerou sérios desdobramentos na relação entre eles. De tal forma, a pesquisa busca responder à pergunta: Como a Bolívia e o Chile manejam os desdobramentos da questão geopolítica relegada pela Guerra do Pacífico?, considerando a decisão do Tribunal de Haia, favorável ao Chile, em 2018. Como também, mapear a retomada de relações efetivas entre os dois países no ano de 2021. Assim, o artigo pondera os argumentos bolivianos com vistas a negociar a recuperação de sua saída para o mar; e os empregados pelo Chile, com vistas a preservar parte de seu território. Após décadas de relações não amistosas entre os países, estes decidiram retomar suas relações<br />oficiais. Destarte, a despeito de tal avanço, a temática geopolítica permanece sem solução e, devido a sua importância, é perceptível que ainda há um “elefante na sala” pesando no relacionamento.</p> Stephanie Braun Clemente Ana Carolina Dias Terra Copyright (c) 2021 Stephanie Braun Clemente, Ana Carolina Dias Terra https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 32 47 PLANEJAMENTO BASEADO EM CAPACIDADES NOS DOCUMENTOS DE DEFESA BRASILEIROS https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/51343 <p>O planejamento baseado em capacidades (PBC) é uma abordagem de gestão estratégica que se tornou uma opção interessante após o final da Guerra Fria. No Brasil, o PBC tem sua origem na Estratégia Nacional de Defesa de 2012 e os trabalhos mais específicos começaram em 2016, ocorrendo a implantação de um Grupo de Trabalho - PBC em 2020. No Brasil, o Livro Branco de Defesa (LBD), a Política Nacional de Defesa (PND) e a Estratégia Nacional de Defesa (END) são os documentos que formam a dimensão política que precede o PBC. Esse artigo se justifica pela necessidade de identificar pontos de convergência entre a Política de Defesa e o método de planejamento em pauta, analisando a coerência na continuidade das ações. Como estratégia metodológica, foi empregada a análise de conteúdo para leitura sistematizada e seleção de categorias nos três documentos selecionados. A análise dos documentos apontou pontos favoráveis e desfavoráveis nos documentos analisados para subsidiar a implantação do PBC no Brasil.</p> Angela Nogueira Neves Julia Lucena de Souza Nishio Jairo Luiz Fremdling Farias Júnior Tassio Franchi Copyright (c) 2021 Angela Nogueira Neves, Júlia Lucena de Souza Nishio, Jairo Luiz Fremdling Farias Júnior, Tassio Franchi https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 48 69 OS CONTORNOS EPISTEMOLÓGICOS DA CULTURA ESTRATÉGICA: https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/51945 <p>O presente artigo tem como base o conceito de cultura estratégica proposto por Snyder em 1977. A partir de sua visão, vários autores vêm contribuindo para a compreensão e sobretudo para o alargamento das bases interpretativas da cultura estratégica. Os objetivos aspiram a identificar as várias abordagens conceituais da cultura estratégica e apresentar, sumariamente, em perspectiva comparada, a cultura estratégica de China, Estados Unidos da América (EUA), um grupo de países nórdicos, República Federal da Alemanha (RFA) e Brasil, mesmo em breves linhas gerais, dada a complexidade da temática e suas implicações conceituais, portanto, inviável de esgotar-se neste espaço de reflexão. A metodologia se ampara em uma pesquisa teórica com abordagem qualitativa, pesquisas exploratória e explicativa, quanto aos procedimentos técnicos se utilizou uma pesquisa bibliográfica, com aplicação do método comparativo. Os resultados apontam para a inconcretude de um único conceito que amarre objetivamente o campo teórico da cultura estratégica. As conclusões apontam para o fato de que a cultura estratégica brasileira vis-à-vis as demais Unidades Políticas ainda é uma grande incógnita.</p> Carlos Alberto Leite Copyright (c) 2021 Carlos Alberto Leite https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 70 91 O PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL COMO UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA INTERNACIONAL https://periodicos.uff.br/hoplos/article/view/43098 <p>O objetivo deste trabalho é analisar a organização criminosa brasileira, de origem paulistana, Primeiro Comando da Capital como uma ameaça à Segurança Internacional, com base na hipótese de que a organização passa por um processo de internacionalização, ou seja, cria ramificações em solo estrangeiro, e que suas ações podem, de acordo com a teoria da Escola de Copenhague, a partir do entendimento do teórico Barry Buzan, pôr em risco o Sistema Internacional. Para isso, são abordados<br />conceitos referentes a organizações criminosas, o histórico e a estrutura do Primeiro Comando Capital, sua atuação fora das fronteiras brasileiras e uma abordagem levando em conta a diferenciação de Segurança Pública e Segurança Nacional como um fator para a análise principal deste artigo. A metodologia utilizada é explicativa, se dando através da análise bibliográfica e documental. Por fim, são feitas considerações a respeito da temática, toda a abordagem realizada e a conclusão voltada para uma confirmação parcial da hipótese levantada.</p> Renata Pavão dos Santos Copyright (c) 2021 Renata Pavão dos Santos https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2021-12-28 2021-12-28 5 9 92 108