Desinfecção de moldagens na clínica integrada da Faculdade de Odontologia de Campos

Autores

  • Sandra Márcia da Silva Linhares

DOI:

https://doi.org/10.22409/ijosd.v2i34.93

Resumo

O objetivo desse trabalho foi identificar contaminação em moldes, assim como, estabelecer a eficácia da solução desinfetante para utilização nas clínicas da FOCampos. Foram usadas 176 moldagens obtidas de pacientes da FOCampos, nas quais foi reali-zada a coleta do material utilizando dois “swabs” em solução salina. Logo em seguida à remoção do molde da boca e ser lavado com água corrente, foi feita a primeira coleta com o “swab” passado na superfície do molde e em seguida introduzido na salina. A seguir, foi realizada a desinfecção do molde com hipoclorito de Na a 1%, sob a forma de aerossol e colocado em plástico auto-adesivo por 10 minutos. Terminado o tempo e após a lavagem do molde, nova coleta foi feita. Ambos os “swabs” foram introdu-zidos em tubos de ensaio com o meio tioglicolato, e incubados por 72 horas à 37ºC. Após este período, foi observada a turvação pela inspeção visual considerando os escores (0 = ausência de turvação; + = turvação discreta; ++ = turvação moderada; +++ = turvação intensa). Os dados foram submetidos a uma análise estatística descritiva para a obtenção dos seguintes resultados: na primeira coleta, 73,86% dos moldes apresentaram leve contaminação; 15,91% moderada, 7,95% intensa e 2,27% não apresentaram contaminação. Após a desinfecção, na segunda coleta, 95,45% dos moldes não apresentaram contaminação; 3,98% discreta contaminação e 0,57% moderada. Pode-se concluir que houve contaminação em todas as moldagens obtidas; a desinfecção foi eficaz na maioria das moldagens e o procedimento deve ser adotado rotineiramente nas clínicas da FOCampos.palavras chave: Desinfecção; Moldagens; Clinica I

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Publicado

2013-04-04

Edição

Seção

Artigos