PREVALÊNCIA DA DISCREPÂNCIA DE BOLTON EM PACIENTES DA CLÍNICA DE ORTODONTIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Autores

  • Anderson Jaña Rosa Universidade Federal Fluminense
  • José Carlos Magalhães Universidade Federal Fluminense
  • Ido Luiz de Azevedo Feiten Universidade Federal Fluminense
  • Esio de Oliveira Vieira Universidade Federal Fluminense
  • Beatriz de Souza Vilella Universidade Federal Fluminense
  • Oswaldo de Vasconcellos Vilella Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.22409/t1etv978

Resumo

Objetivo: avaliar a prevalência da discrepância de Bolton nos pacientes que foram selecionados para tratamento na clínica de Ortodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal Fluminense entre os anos de 2011 e 2017, através da análise de modelos de gesso obtidos anteriormente ao início do tratamento ortodôntico. Material e Método: foram utilizados modelo de gesso das arcadas superior e inferior, selecionados de acordo com os critérios de inclusão e exclusão. As medidas dos diâmetros mesiodistais foram realizadas com compasso de ponta seca e régua milimetrada. Foi utilizado o Coeficiente de Correlação Intraclasse (ICC) para calcular o erro do método (intra e inter-observador). Resultados e conclusão: os valores mostraram excelente confiabilidade intra-examinador (ICC > 0,75). Com relação à razão total, 85% da amostra estava dentro da amplitude de variação da normalidade proposta por Bolton, assim como 66,6%, com relação à razão anterior. Havia excesso de material dentário no arco superior em 51,6% dos casos, e excesso inferior em 46,6%, com relação à razão total. Na razão parcial, 40% dos casos apresentaram excesso superior, contra 60% com excesso inferior. Em um único caso (1,6%) não foi constatado excesso para a razão total (r = 91,3).

Palavras-chave: Discrepância de Bolton; discrepância de tamanho dentário; análise de modelo.

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Publicado

2026-01-02

Edição

Seção

Artigos