https://periodicos.uff.br/ijosd/issue/feed Revista Fluminense de Odontologia 2024-02-19T18:18:52+00:00 Marcos da Veiga Kalil odontok@gmail.com Open Journal Systems <p>O periódico " Revista Fluminense de Odontologia - International Journal Of Science Dentistry" é um periódico científico dos mais tradicionais em odontologia e divulga trabalhos na língua portuguesa, inglesa e espanhol. A sua publicação e circulação foi iniciada em 1994 é um veículo de informação científica ininterrupta na área de odontologia, com contribuição de diversos campos afins. Sua periodicidade é quadrimestral, podendo editar números suplementares e/ou especiais. Destina-se à divulgação de conhecimento específico no campo da odontologia. <br /><strong>ISSN:</strong> 1413-2966 / <strong>ISSN-D:</strong> 2316-1256</p> https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60166 AGÊNCIAS DE REGULARIZAÇÃO TÉCNICA ODONTOLÓGICA EM RELAÇÃO AO MANEJO CLÍNICO EM CRIANÇAS: UMA REVISÃO DE LITERATURA 2023-11-27T18:05:20+00:00 Bruna Suguiyama brunasuguiyama@usp.br Raquel Assed Bezerra Segato raquel@forp.usp.br Andiara de Rossi Daldegan andiara@usp.br Lisa Danielly Curcino Araujo lisa.danielly@usp.br <p><span style="font-weight: 400;">O manejo clínico em Odontopediatria é individual, podendo variar nas diversas culturas mundiais. O objetivo desta revisão de literatura é reunir as principais diretrizes de diferentes países ao redor do mundo, incluindo o Brasil, visando identificar como em cada lugar o uso das técnicas de comportamento são aplicadas e sua eficiência. Inicialmente, foram selecionados os principais guias nacionais e internacionais, sendo eles retirados da Associação Internacional de Odontopediatria (IAPD) e Associação Americana de Odontopediatria (AAPD), além de artigos de diferentes países e continentes, como Argentina, Brasil, Europa e Ásia, também foram analisados se o protocolo dos principais guias estão condizentes com os protocolos do Departamento de Clínica Infantil da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto - USP. Os resultados obtidos nos guias para manejo clínico odontológico brasileiro, americano, internacional e os artigos estudados recomendam inicialmente utilizar técnicas menos invasivas, com o intuito proporcionar um atendimento tranquilo e sem criar traumas para a criança, uma vez que muito do comportamento não cooperativo vem de experiências anteriores traumáticas. Entretanto, técnicas avançadas podem ser utilizadas para casos mais desafiadores. Concluímos com o estudo dos guias e artigos, que o cirurgião dentista possui diversas técnicas a serem aplicadas para que o atendimento infantil seja atraumático e restabelecer saúde ao paciente. </span></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chave</strong>: Guias internacionais; Manejo clínico; Odontopediatria.</span></p> 2024-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60251 ABORDAGENS CIRÚRGICAS PARA CISTO DENTÍGERO: REVISÃO DE LITERATURA 2024-01-08T17:13:00+00:00 Rayane Pereira de Araújo rayane.pereiraa@ufpe.br Matheus Pereira de Araújo matheus.pereiraa@ufpe.br Esdras Gomes da Silva esdras.gomes@ufpe.br Juliana Pinto de Medeiros juliana.pintomedeiros@ufpe.br <p><span style="font-weight: 400;">O objetivo desta revisão integrativa foi elaborar uma avaliação qualitativa da literatura existente sobre as modalidades de tratamento utilizadas para cistos dentígeros em pacientes pediátricos. O presente estudo trata-se de uma revisão integrativa da literatura na qual utilizou-se as bases de dados PubMed, BVS (Biblioteca Virtual em Saúde), LILACS, e SciELO. Como critérios de inclusão estavam os artigos publicados na íntegra, relatos de caso clínico, revisões sistemáticas e de meta-análise publicados nos últimos 10 anos, disponível nos idiomas português ou inglês, que abordassem a temática. Os critérios de exclusão foram: resumos, anais, editoriais, cartas ao editor, reflexão, duplicidade, artigos com detalhamento incompleto. O cisto dentígero é o tipo mais comum dos cistos odontogênicos de desenvolvimento e o segundo mais frequente entre todos que ocorrem nos maxilares, representando cerca de 20% de todos os cistos revestidos por epitélio nos ossos gnáticos. Clinicamente pode estar associado a qualquer dente impactado, porém ele envolve com mais frequência os terceiros molares inferiores. Acomete pacientes entre 10 a 30 anos de idade, com predileção pelo sexo masculino, sendo na maioria dos casos detectados em exames radiográficos de rotina. </span><span style="font-weight: 400;">O tratamento baseia-se nas técnicas de descompressão, marsupialização e enucleação. </span><span style="font-weight: 400;">O prognóstico para os cistos dentígeros é altamente favorável </span><span style="font-weight: 400;">e não há chance de recorrência após a remoção completa. Assim, a decisão terapêutica deve ser tomada de forma adequada para cada caso, levando em consideração a localização anatômica, extensão clínica, tamanho, idade, remoção do dente não irrompido e possibilidades de acompanhamento.</span></p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chave: </strong>Cisto Dentígero; Cirurgia Maxilofacial; Patologia Bucal.</p> <p style="font-weight: 400;"> </p> 2024-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60315 O USO DA PROTEÍNA BOTULÍNICA NA CORREÇÃO DO SORRISO GENGIVAL: UMA REVISÃO DE LITERATURA 2023-12-18T17:27:05+00:00 Roger Nabarro roger_nabarro@id.uff.br Thainá da Silva Mendes thainamendes@id.uff.br Marco Antônio Gallito marcogallito@id.uff.br Cristiane Salgado de Souza email@gmail.com Denize Mandarino mandarinodenize@id.uff.br José Rodolfo Chávez Calvinisti josecalvinisti@id.uff.br <p>A sociedade está cada vez mais exigente e em busca de excelência quando o assunto é estética facial. O sorriso tem grande impacto na harmonia da face e, atualmente, os pacientes estão mais conscientes sobre a influência da gengiva na beleza do sorriso. A exposição da gengiva em excesso, conhecida como sorriso gengival, afeta a estética, podendo interferir na autoestima e nas relações sociais dos pacientes. Existem diversos procedimentos descritos para solucionar o problema e, para o planejamento do caso e escolha do método, é preciso determinar a etiologia e levar em consideração o desejo do paciente. A injeção da proteína botulínica é uma alternativa minimamente invasiva que está sedo cada vez mais utilizada para a correção do sorriso gengival. Com isso, o objetivo do presente trabalho monográfico foi realizar uma revisão de literatura sobre o uso da toxina botulínica na correção do sorriso gengival, analisando técnicas de injeção, identificando o efeito imediato e a longo prazo da toxina nos músculos elevadores do lábio superior, além de avaliar a relevância desse método na correção do sorriso gengival, sozinho ou em conjunto com outros procedimentos. Foi realizada uma revisão de literatura nas bases de dados PubMed e Scielo, buscando artigos dos anos de 2013 até 2022, utilizando os descritores “botulinum toxin”, “botox”, “gummy smile”, “gingival display” e “gingival exposure”. Essa revisão analisa 15 artigos que discorrem sobre o método, durabilidade e eficácia da aplicação de proteína botulínica para correção do sorriso gengival. Algumas variantes diferenciam as técnicas de aplicação, como a marca do produto e recomendações do fabricante, classificação do sorriso e extensão da exposição gengival. Com base na revisão de literatura, pôde-se concluir que, apesar de ser transitório, esse procedimento se mostrou eficaz, tanto ao ser realizado como método principal, quanto como coadjuvante no tratamento. Além de ser comprovadamente seguro, rápido, minimamente invasivo e ser o tratamento de preferência entre os pacientes, com alto índice de satisfação, são raras as complicações relacionadas a aplicação da proteína botulínica para esse fim.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chave:</strong> Botox; Eficácia; Durabilidade; Sorriso gengival; Toxina botulínica.</p> 2024-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60358 APTIDÃO E CONDUTA DOS ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA SOBRE ATENDIMENTO DE PACIENTES COM DEFICIÊNCIA VISUAL E AUDITIVA 2023-12-04T19:08:30+00:00 Maria Clara da Mota Alves profdiegomsoares@gmail.com Maria Eduarda Pereira de Azevedo diegomsoares@fps.edu.br Renato de Souza Melo renatomelo10@hotmail.com Diego Moura Soares diegomsoares@hotmail.com <p>Avaliar a aptidão e conduta de estudantes de Odontologia sobre atendimento de pacientes com de deficiência visual e auditiva. Trata-se de um estudo observacional, do tipo transversal. A coleta de dados foi realizada a partir de um questionário estruturado e a amostra foi constituída por 88 estudantes do 5º, 7º e 9º período, matriculados em alguma disciplina clínica, do curso de Odontologia de uma instituição privada do estado de Pernambuco. Os dados coletados foram tabulados e analisados através de estatística descritiva e inferencial com um nível de significância de 5%. Menos da metade dos estudantes se sente aptos para atender pacientes com essas necessidades, independente do período avaliado. Uma pequena parcela tem algum tipo de contato social/familiar com deficientes visuais e auditivos, mas o fato de possuírem contato, não alterou significativamente a aptidão deste para realizar a consulta. Da mesma forma, possuir informação prévia sobre o tema não influenciou significativamente na aptidão dos estudantes durante o atendimento odontológico. A maioria dos estudantes não se sentem aptos e seguros ao atendimento de pacientes com deficiências visuais e auditivas e que o fato de possuir familiar e/ou parente com esse tipo de deficiência e ter recebido informação prévia sobre o tema não aumenta a segurança dos estudantes.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chave: </strong>Pessoas com deficiência visual. Pessoas com deficiência auditiva. Estudantes de odontologia.</p> 2024-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60380 IMAGING DIAGNOSIS OF COMPOUND - COMPLEX ODONTOMA AND IMPACTED DENTAL ELEMENTS: A CASE REPORT 2024-01-29T17:38:18+00:00 Moana Guimarães Silva moanaguimaraes@id.uff.br Eliane Garritano Papa elianegarritano@id.uff.br <p style="font-weight: 400;">O odontoma é o mais comum tumor odontogênico, definido como malformação benigna, geralmente descoberto na segunda década de vida, durante a investigação de erupção tardia de dentes adjacentes ou retenção prolongada de dentes decíduos. O odontoma é subdividido em composto e complexo. O Odontoma classificado como Composto é constituído por um conjunto de estruturas similares a dentes, de formas e tamanhos diversos, cercados por uma área delgada radiolúcida. Já o Odontoma Complexo se assemelha a uma massa calcificada que apresenta a mesma radiopacidade do tecido dentário, também cercado por uma área delgada radiolúcida. Ocasionalmente, esses dois aspectos podem ser vistos em uma mesma lesão. Frequentemente os odontomas podem provocar um aumento de volume ósseo local devido ao seu desenvolvimento. O diagnóstico é feito através de exames radiográficos de rotina e quando necessário pode-se também lançar mão de Radiografias Panorâmicas e Tomografia Computadorizada <em>Cone Beam</em> com o intuito de verificar sua extensão, as malformações e alterações de erupção causadas aos dentes adjacentes, assim como a classificação do tumor. Este relato de caso apresenta um Odontoma Composto-Complexo em um paciente de 13 anos, do sexo masculino, atendido em 2016 na Clínica de Diagnóstico Bucal II da Universidade Federal Fluminense, que apresentou elementos dentários 22 e 23 impactados, retenção prolongada do elemento 63 e aumento de volume na região anterior do lado esquerdo da maxila. Para obtenção do diagnóstico foram realizadas: Radiografias Periapicais, Radiografia Panorâmica e Tomografia Computadorizada <em>Cone Beam</em>. O objetivo deste trabalho foi elucidar as formas de diagnóstico por imagem que foram utilizadas neste caso clínico e quais as vantagens de cada exame.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras- chave</strong>: Odontoma, Radiografia, Tomografia, Impactado.</p> 2024-02-05T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60453 ALL-ON-FOUR HÍBRIDO – IMPLANTE PTERIGOIDE PARA SOLUÇÃO POSTERIOR DE MAXILA ATRÓFICA 2023-11-27T17:12:56+00:00 Kleber Vinícius Rodrigues dos Santos klebervinicius@usp.br Diogo Ferreira dos Santos diogosantosf@hotmail.com Leandra de Almeida Ribeiro leandra.almeidaribeiro@gmail.com Rosenvaldo Moreira Junior drrosenvaldo@institutorm.com.br <p>O edentulismo tem uma série de consequências deletérias para a saúde bucal e geral. As consequências bucais variam desde a bem conhecida reabsorção do rebordo residual até uma função mastigatória prejudicada, uma dieta não saudável, incapacidade social e má qualidade de vida da saúde bucal. Para superar essas dificuldades, pode-se dispor de procedimentos cirúrgicos, como os implantes pterigoideos. Realizar uma análise, por meio de revisão de literatura, da técnica all-on-four híbrida com implantes pterigoideos, como alternativa a reabilitação em maxila atrófica. Foi realizada uma revisão da literatura, com seleção de artigos indexados nas bases de dados PubMed, Scielo, Cochrane e Google Acadêmico. Nesses levantamentos foram utilizados termos como: “all-on-four”, “implantes inclinados”, “implantes pterigoideos”, “implantes zigomáticos” e “maxilla atrófica”, e suas correspondentes em inglês. Com essa revisão de literatura pode-se inferir que a técnica all-on-four híbrida utilizando implantes pterigoideos para reabilitação de maxila atrófica é uma possibilidade segura, eficaz e previsível que soluciona casos que apresentam limitações ósseas. Quando bem executada pelo profissional é possível devolver ao paciente função e estética anteriormente comprometidas, consequentemente reestabelecimento da qualidade de vida do indivíduo.</p> <p><strong>Palavras-chaves:</strong> all-on-four; implantes inclinados; implantes pterigoides; implantes zigomáticos; maxila atrófica.</p> 2024-02-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/59622 HIPERSENSIBILIDADE DENTINÁRIA CERVICAL: PROTOCOLO CLÍNICO DE APLICAÇÃO DO DSP GLUHEM DESENSITIZER™ 2024-01-22T18:11:19+00:00 Marina Wermelinger Borges marinawermelinger@hotmail.com Eloah Nunes de Almeida eloahnunes@id.uff.br Larissa Maria Assad Cavalcante larissacavalcante@id.uff.br Marco Antonio Gallito marcogallito@id.uff.br Cristiane Salgado de Souza cristianesalgado@id.uff.br Luis Felipe Jochims Schneider lfjschneider@id.uff.br <p>O objetivo do presente estudo foi estabelecer um protocolo clínico de aplicação do produto GSP Desensitizer Gluhem em dentes com exposição radicular sem perda de estrutura dentária, e fazer uma análise dissertativa sobre o principal componente desse produto: glutaraldeído, no tratamento da hipersensibilidade dentinária. Para isso, a paciente apresentou-se à Clínica Odontológica da UFF| Niterói – RJ, queixando-se de sensibilidade intensa ao frio nos elementos 13 e 34. Primeiramente, foram coletadas informações durante a anamnese, e ao exame clínico foi observada recessão gengival e exposição radicular nesses elementos, porém não havia perda de estrutura dentária. Inicialmente foi feita a avaliação do nível de dor, com uso da Escala Analógica de Dor que pontua os níveis de dor de 0 a 10, sendo 0 “nenhuma dor’ e 10 “pior dor possível”. Após o questionamento, fez-se a secagem da região com jato de ar e aplicou-se o dessensibilizante Gluhem em solução por toda região cervical do elemento 13 até a margem gengival por 40 segundos com posterior secagem e lavagem com água. Também foi feita a aplicação da formulação em gel no elemento 34 seguindo o mesmo protocolo. A paciente não reagiu a dor após o protocolo. Conclui-se que o produto DSP Gluhem tanto na apresentação de solução como em gel atuaram efetivamente na sintomatologia dolorosa da HDC nas duas aplicações realizadas.</p> <p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: Glutaraldeído; Hipersensibilidade Detinária; Dessensibilizante.</p> <p><strong> </strong></p> 2024-02-20T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/58542 PERCEPÇÃO DOS PAIS SOBRE OS SINAIS E SINTOMAS DECORRENTES DA ERUPÇÃO DENTÁRIA EM BEBÊS 2024-02-19T18:18:52+00:00 Mariana Pires Feletti piresfmariana@gmail.com Suzana Alves Patricio suzanaapatricio@hotmail.com Caroline Rodrigues Thomes carolthomesodonto@gmail.com Ana Paula Martins Gomes anapaulamgomes@hotmail.com Lilian Citty Sarmento liliancitty@hotmail.com <p>A erupção dentária é definida como a movimentação dos dentes em desenvolvimento para emergir através dos tecidos moles da maxila e da mandíbula. O primeiro dente decíduo geralmente irrompe na cavidade bucal em um intervalo entre quatro e dez meses de idade e manifestações locais e sistêmicas associadas à erupção são observadas e relatadas por pais de bebês que passam pelo processo. Deste modo, este trabalho busca revisar e analisar a literatura em relação à percepção dos pais sobre os sinais e sintomas observados durante o processo de erupção dentária em bebês. Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, buscando por artigos indexados nas bases eletrônicas de dados PubMed e Portal BVS. Ao final, foram selecionados 16 artigos científicos, sendo em sua maioria estudos com delineamento transversal (n: 11). Apenas dois estudos foram realizados no Brasil, sendo a Índia (n: 4) o país com maior número de artigos incluídos. Os sinais e sintomas mais relatados pelos pais foram febre (n: 16), perda de apetite (n: 13) e aumento da salivação (n: 12). Os estudos analisados apresentaram limitações, como a falta de padronização dos questionários direcionados aos pais. Compreende-se, desta forma, que mais estudos com populações variadas, amostras maiores e questionários padronizados são necessários.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chave: </strong>Dente decíduo. Sinais e sintomas. Erupção dentária.</p> 2024-02-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60832 SENSIBILIDADE DENTINÁRIA ASSOCIADA AO CLAREAMENTO DENTAL EM DENTES VITAIS 2023-12-11T14:18:59+00:00 Marina Pulcherio Grillo marinapulcherio.odonto@gmail.com Rudá França Moreira rudamoreira@hotmail.com <p>O clareamento dental pode ser realizado através da técnica caseira ou de consultório, utilizando agentes como o peróxido de carbamida (PC) e peróxido de hidrogênio (PH). Apesar de seguro, existem alguns efeitos adversos relacionados ao clareamento dental, como a sensibilidade dentinária (SD), que pode estar presente em diferentes graus dependendo da técnica utilizada. A aplicação de agentes dessensibilizantes antes, durante ou depois do clareamento dental vem sido estudada para evitar ou reduzir a sensibilidade associada ao clareamento. O estudo visa revisar a literatura em relação a aspectos e conceitos importantes do clareamento dental, discutindo seus possíveis efeitos adversos com foco na sensibilidade dentinária. Foi realizada uma pesquisa digital da base de dados Medline, via PubMed, utilizando palavras-chave relacionadas ao tema, priorizando artigos publicados há menos de 20 anos e escritos em inglês ou português. Artigos também foram buscados manualmente e foram utilizados livros de odontologias relacionados ao tema. De um total de 48 artigos, 28 foram escolhidos para a composição do trabalho, além de 2 livros de dentística que abordam o clareamento dental. Constata-se que a sensibilidade dentinária é um efeito adverso comum relacionado ao clareamento dental, que possui causa exata desconhecida, porém sabe-se que está relacionada à difusão do peróxido de hidrogênio pelos tecidos dentários. A sensibilidade dentinária é mais frequente na técnica de clareamento de consultório do que na técnica caseira, e pode ser agravada por fatores relacionados ao indivíduo e/ou ao dente. Alguns agentes como o nitrato de potássio, fosfopeptídeos de caseína-fosfato de cálcio amorfo (CPP-ACP), vidros bioativos e partículas de hidroxiapatita, se mostraram efetivos no controle da sensibilidade dentinária.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chave: </strong>clareamento dental; sensibilidade dental; dessensibilizantes<strong>.</strong></p> 2024-02-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/59671 APLICAÇÃO CLÍNICA DA LASERTERAPIA DE BAIXA POTÊNCIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 2024-01-29T17:02:48+00:00 Carla Rosana Bernardes carlaeenricobernardes@gmail.com Nanci Marques Bastos Amaral nancimarques@outlook.com Sílvia Maria Anselmo silvia.anselmo@campinas.sp.gov.br Rívea Inês Ferreira-Santos riveaines@gmail.com <p>LASER é um acrônimo que sumariza a amplificação da luz por emissão estimulada de radiação (eletromagnética). O Programa Saúde em Ação equipou diversas Unidades Básicas de Saúde com aparelhos de laser diodo. Cirurgiões Dentistas têm aplicado a laserterapia de baixa potência para acelerar a remissão de várias condições clínicas, sem necessidade de encaminhamento imediato para Atenção Secundária. O objetivo deste artigo é apresentar protocolos de laserterapia de baixa potência empregados por Cirurgiões Dentistas da Atenção Primária à Saúde de Campinas-SP, por meio da ilustração com casos clínicos atendidos em consultas de urgência. Aplicações para ulceração traumática e desordem temporomandibular foram realizadas em uma senhora de 60 anos de idade, que aguardava a substituição das próteses totais. Irradiou-se por laser vermelho (660nm) com energia de 1J as margens da ulceração. Após palpação da articulação e dos músculos mastigatórios para mapeamento, os pontos álgicos foram irradiados por laser infravermelho (808nm) com energia de 4J. Um homem de 50 anos de idade queixava-se de paralisia hemifacial havia 10 dias. A tentativa de recuperação do nervo facial ocorreu com irradiação por laser infravermelho com energia de 8J por ponto, em 22 pontos dos ramos do nervo facial. Em ambos os casos, a regressão do quadro clínico desconfortável foi observada. Os Profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) que são aptos ao uso dos equipamentos para laserterapia de baixa potência podem utilizar este recurso de modo seguro e bem sucedido, observando comprimento de onda do laser e doses protocolares para cada alteração a ser tratada.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras chave:</strong> Terapia com Luz de Baixa Intensidade, Saúde Bucal, Sistema Único de Saúde.</p> 2024-03-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60280 ANÁLISE DE FORÇAS DE MOVIMENTAÇÃO E CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS EM ALINHADORES ORTODÔNTICOS: AVANÇOS TECNOLÓGICOS E CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS 2024-01-30T19:01:33+00:00 Gustavo Holderbaum da Costa e Silva drgustavoholderbaum@gmail.com Anderson Beatrici anderson.beatrici@gmail.com Esther Rieko Takamori esther.takamori@gmail.com José Mauro Granjeiro jmgranjeiro@gmail.com <p>O avanço tecnológico revolucionou a prática odontológica, com os alinhadores ortodônticos emergindo como uma escolha altamente popular entre pacientes que buscam tratamentos estéticos e confortáveis. No entanto, apesar de sua crescente demanda, permanecem questões cruciais relacionadas à eficácia e análise dimensional desses dispositivos. Este artigo oferece uma análise abrangente das características químicas, físicas e mecânicas dos alinhadores ortodônticos, iluminando a influência vital do processo de termoformação e da espessura nas propriedades desses materiais. Compreender profundamente essas características é essencial para aprimorar a eficácia e a durabilidade dos alinhadores ortodônticos, contribuindo, assim, para o sucesso e a evolução dos tratamentos ortodônticos modernos. Neste estudo, exploraremos: 1) as propriedades químicas dos materiais e como elas afetam a biocompatibilidade e a resistência à degradação; 2) as características físicas, incluindo textura de superfície, transparência e sua influência na adaptação bucal e no conforto do paciente; 3) as propriedades mecânicas, como flexibilidade e rigidez, e como essas características afetam a distribuição de forças de movimentação dentária; 4) a influência do processo de termoformação na precisão e reprodutibilidade dos alinhadores, bem como sua relação com a qualidade do tratamento; 5) a análise crítica da espessura dos alinhadores e seu papel na capacidade de aplicar forças adequadas para a movimentação dentária. Ao abordar esses aspectos, este artigo visa oferecer uma visão holística das complexidades envolvidas na fabricação e uso de alinhadores ortodônticos. Esperamos que esta revisão contribua para uma compreensão mais profunda desses dispositivos e promova avanços significativos na ortodontia, beneficiando tanto os profissionais quanto os pacientes.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chave</strong>: Alinhadores Estéticos; Torção Mecânica, Ciência dos Materiais.</p> 2024-03-07T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60502 PLATAFORMA CONE MORSE, A MELHOR OPÇÃO PARA A BIOMECÂNICA E ESTÉTICA EM PRÓTESES SOBRE IMPLANTE: UMA REVISÃO DE LITERATURA 2023-11-13T14:29:57+00:00 Amanda Oliveira da Conceição amandaoliv2019.2@gmail.com <p>A escolha da plataforma protética em implantodontia é fundamental para garantir o sucesso a longo prazo dos procedimentos. Todos os tipos de conexão protética apresentam vantagens e desvantagens, cabendo ao cirurgião-dentista optar pelo o que melhor se adepta ao seu caso. Uma revisão de literatura foi realizada, abrangendo estudos relevantes que compararam essas duas plataformas protéticas em termos de biomecânica e estética. Foram analisadas revisões de literatura e estudos in vitro, sob as palavras-chave “cone morse”, “biomechanics”, “abuptment”. As pesquisas foram feitas nas bases de dados Scielo e PubMed, e os artigos escolhidos deveriam abordar a estabilidade das conexões, a preservação óssea e a estética peri-implantar. Os resultados da revisão demonstram que a plataforma Cone Morse oferece uma interface mais estável, reduz o afrouxamento de parafusos e minimiza a infiltração bacteriana. Com isso, o Cone Morse contribui para a preservação das estruturas ósseas e gengivais ao redor do implante, tornando-se uma escolha valiosa, especialmente em procedimentos de reabilitação estética.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras- chave:</strong> Cone Morse. Biomecânica. Estética. Microespaço.</p> 2024-03-11T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60505 ANGINA BOLHOSA HEMORRÁGICA: UMA REVISÃO DE LITERATURA 2024-01-02T16:31:05+00:00 Ricardo Anderson Oliveira Vasconcelos vasconcelos.rao@gmail.com Juscelino de Freitas Jardim juscelino_freitas@hotmail.com Giovanna Déa Mitre Wenzel giovannawenzel015@gmail.com <p><strong>Introdução: </strong>A angina bolhosa hemorrágica (ABH) é uma condição rara caracterizada pelo surgimento súbito de bolhas de sangue nas mucosas orais e orofaringe. <strong>Objetivo: </strong>Este trabalho tem como propósito fornecer uma análise abrangente das características clínicas, etiológicas e histopatológicas da angina bolhosa hemorrágica, além de abordar métodos de diagnóstico e opções de tratamento. <strong>Materiais e métodos:</strong> Foi realizada uma busca por artigos científicos publicados de 2010 a 2023, nas bases de dados Scientific Electronic Library Online (SciELO), US National Library of Medicine (PubMed) e ScienceDirect. Foram coletados artigos em inglês e português utilizando as palavras-chave "angina bolhosa hemorrágica", "estomatite bolhosa hemorrágica benigna", "hemorrhagic bullous angina" e "benign hemorrhagic bullous stomatitis". <strong>Conclusão:</strong> A ABH é escassamente documentada na literatura, com muitos dados ausentes ou subnotificados. Embora seja uma condição benigna com rápida evolução espontânea, o procedimento diagnóstico deve ser rigoroso para descartar outras possíveis lesões.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chave:</strong> Angina bolhosa hemorrágica; Estomatite bolhosa hemorrágica benigna; Patologia bucal.</p> 2024-03-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60579 FECHAMENTO DE COMUNICAÇÃO BUCOSSINUSAL COM RETALHO DE CORPO ADIPOSO DE BOCHECHA: RELATO DE CASO CLÍNICO 2024-01-02T16:35:02+00:00 Kettelyn Macêdo da Cruz kettelyn1116@hotmail.com Luandson Nunes dos Santos Barbosa email@gmail.com <p>A comunicação bucossinusal (CBS) é uma complicação relativamente frequente na prática odontológica que ocorre em procedimentos cirúrgicos, principalmente, exodontias dos molares superiores. O diagnóstico dessa comunicação é feito através de exames clínicos intraorais, empregando a manobra de Valsava, e para a confirmação do diagnóstico, utiliza-se exame radiográfico. A literatura cita inúmeros métodos de tratamento, entretanto não evidenciam a técnica específica para cada caso, entre esses métodos existe o retalho com o corpo adiposo da bochecha, que apresenta alto índice de sucesso no fechamento das CBS. Quando a CBS é fechada incorretamente ou de forma tardia o paciente fica propício a desenvolver quadros de sinusite crônica ou aguda, além de fístulas bucossinusais. Portanto, deve-se identificar e tratar essa comunicação de imediato para evitar o desenvolvimento de outras complicações. O objetivo do presente trabalho é apresentar um caso clínico de um paciente com comunicação bucossinusal atendido na clínica odontológica da Unidade de Ensino Superior de Feira de Santana (UNEF), com a finalidade de demostrar a técnica cirúrgica utilizando a rotação do corpo adiposo da bochecha (Bola de Bichat). </p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chaves: </strong>Comunicação Bucossinusal; Fístula Bucoantral; Fístula Bucossinusal; Seio maxilar; Corpo adiposo bucal.</p> 2024-03-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia https://periodicos.uff.br/ijosd/article/view/60740 CIRURGIA PARENDODÔNTICA: REVISÃO DE LITERATURA 2024-01-29T17:52:56+00:00 Gabriel Martins gabrielms336@gmail.com Alexandre Moreira Fernandes endoamf@gmail.com Alice Menezes Duarte alicemenezes0804@gmail.com Artur Tavares Cristo arturtavarescristo14@gmail.com Isabela Soares de Castro isabelacastro0001@gmail.com Lívia Fulgêncio Libânio livia.libanio@newtonpaiva.br <p>O tratamento endodôntico envolve procedimentos como abertura coronária, modelagem, limpeza, desinfecção e selamento tridimensional. Apesar de apresentar um índice de insucesso de cerca de 4%, retratamentos podem ser realizados por cirurgiões-dentistas habilitados. Quando o retratamento não é indicado, a cirurgia parendodôntica, que inclui curetagem, apicectomia e retro obturação do sistema de canais, surge como uma alternativa eficaz para manter o dente em função e estética na cavidade bucal, antes de considerar a extração. O presente trabalho busca revisar a literatura respeito da cirurgia parendodôntica. Os trabalhos foram selecionados nas plataformas Scielo, PubMed, Google Acadêmico e BVS, publicados nos últimos 5 anos em português e inglês. Pôde-se concluir que a cirurgia parendodôntica é uma alternativa efetiva em casos de insucesso do tratamento endodôntico, devendo ser considerada e indicada de maneira apropriada.</p> 2024-03-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 Revista Fluminense de Odontologia