https://periodicos.uff.br/neurocienciasesociedade/issue/feed Neurociências & Sociedade 2025-04-03T15:21:04+00:00 Regina Kubrusly rnes.mfl.cmb@id.uff.br Open Journal Systems <p><strong>ATENÇÃO:</strong> Estamos enfrentando problemas com a autenticação do ORCID. A submissão pode prosseguir mesmo sem a autenticação. Por favor, desconsidere qualquer aviso para entrar em contato com o editor.</p> <p><strong>Neurociências &amp; Sociedade </strong><span style="font-weight: 400;">é uma revista digital de divulgação científica, de acesso aberto e gratuito,</span> formada a partir de um grupo de neurocientistas ligados a Rede Saúde do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). Esta revista tem como foco principal promover a compreensão, o interesse e o envolvimento do público com às áreas das neurociências<span style="font-weight: 400;">.</span> <span style="font-weight: 400;"> </span></p> <p> </p> https://periodicos.uff.br/neurocienciasesociedade/article/view/66872 Do Sonho à ciência 2025-03-08T22:59:23+00:00 Sarah Alves ssantos@biof.ufrj.br 2025-03-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Neurociências & Sociedade https://periodicos.uff.br/neurocienciasesociedade/article/view/66428 Mil acasos me levaram a você, ciência 2025-01-31T17:09:43+00:00 Beatriz Alexandre-Santos beatriz.as29@gmail.com 2025-02-11T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Neurociências & Sociedade https://periodicos.uff.br/neurocienciasesociedade/article/view/66561 Violência sexual e neurociências 2025-02-12T17:19:15+00:00 Camila Monteiro Fabricio Gama camilamonteiro87@gmail.com Raquel Menezes Gonçalves mgonçalves.raquel@gmail.com Leticia de Oliveira oliveira_leticia@id.uff.br Mirtes Garcia Pereira mirtes_pereira@id.uff.br <p><strong>Introdução</strong>: A violência sexual tem apresentado taxas altas de notificação no país e é muito importante compreender os impactos desse tipo de violência na saúde mental das vítimas. Diante de uma agressão ou abuso sexual, a vítima pode apresentar uma resposta de defesa denominada imobilidade tônica. Esta resposta pode agravar os impactos para a saúde mental e no desenvolvimento de transtornos mentais como o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). <strong>Objetivo:</strong> Apresentar a resposta de imobilidade tônica como uma resposta defensiva de natureza biológica que pode ocorrer em situações de violência sexual. <strong>Conclusão:</strong> A resposta de imobilidade tônica é uma resposta reflexa, sobre a qual não se tem controle. Entender seu surgimento e consequências é importante para reduzir o estigma, culpa e vergonha a ela associados. <strong>Perspectivas:</strong> Ampliar a compreensão acerca deste tema poderá auxiliar vítimas de abuso sexual e reduzir o impacto dessa resposta sobre a saúde mental das vítimas.</p> 2025-04-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Neurociências & Sociedade https://periodicos.uff.br/neurocienciasesociedade/article/view/66481 Transtornos de ansiedade em mulheres 2025-02-05T18:46:26+00:00 Amanda Kamil Abramov amandakamil@id.uff.br Regina Célia Cussa Kubrusly reginakubrusly@id.uff.br Bruna Teixeira Silva bruna_teixeira@id.uff.br <p>A prevalência dos transtornos de ansiedade (TAs) é aproximadamente duas vezes maior em mulheres, mas estudos sobre essa população ainda são escassos. Fatores biológicos e ambientais contribuem para essa disparidade, incluindo flutuações hormonais que podem precipitar, agravar ou atenuar sintomas ansiosos. A puberdade eleva as taxas de ansiedade, e cerca de 80% das mulheres experienciam ao menos um sintoma físico ou afetivo na fase lútea, enquanto 5-8% apresentam transtorno disfórico pré-menstrual. Na menopausa, a vulnerabilidade aos TAs triplica, acompanhada de maior resistência a tratamentos farmacológicos. A lactação atenua respostas ao estresse, mas 8-12% das mulheres desenvolvem TAs no pós-parto, e 20% podem apresentar depressão pós-parto (DPP), cujo pior desfecho é o suicídio—principal causa de morte materna. Além dos fatores hormonais, o estresse é um determinante central, exacerbado pela carga mental da administração doméstica e pelo trabalho remunerado. O retorno ao mercado de trabalho aumenta o risco de TAs em mães, mas não em pais. Disparidades salariais e limitações na ascensão profissional persistem, refletindo desigualdades estruturais que impactam a saúde mental feminina. Os tratamentos incluem inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), mais eficazes em mulheres devido aos efeitos do estrogênio. Intervenções não farmacológicas, como mindfulness e exercício físico, também demonstram resultados significativos. Estudos adicionais são essenciais para aprofundar a compreensão da fisiopatologia, etiologia e abordagens terapêuticas dos TAs em mulheres.</p> 2025-02-18T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Neurociências & Sociedade https://periodicos.uff.br/neurocienciasesociedade/article/view/66708 Menopausa 2025-02-21T14:43:18+00:00 Thamiris Ferreira de Oliveira thamirisferreira@id.uff.br Roberta Fonseca Coutinho Pontes robertapontes@id.uff.br Nathalia Pereira de Farias da Silva nfarias@id.uff.br Karen Jesus Oliveira karenoliveira@id.uff.br <p>A menopausa é um processo fisiológico em que a capacidade reprodutiva da mulher chega ao fim. É decorrente do esgotamento da reserva de óvulos nos ovários, que provoca o fim definitivo dos ciclos menstruais e a queda na concentração dos hormônios estrogênio e progesterona. A idade aproximada de entrada natural na menopausa é entre 46 e 52 anos, podendo ocorrer precocemente por volta dos 40 anos, ou mais tardiamente após os 55 anos, devido a fatores genéticos, socioeconômicos, biológicos e hábitos de vida. Antes da menopausa, o corpo da mulher passa por uma fase de transição chamada de peri-menopausa, em que as oscilações hormonais já provocam alterações corporais, incluindo ondas de calor, distúrbios no sono, alterações no apetite, oscilações de humor e ressecamento vaginal. Após a entrada na menopausa, a queda hormonal mais intensa, associada ao processo de envelhecimento, pode provocar outras alterações, como redução na massa óssea, complicações cardiovasculares, redução do desejo sexual, ganho de peso e alterações de memória. É importante destacar que uma mulher pode não sentir todos os sintomas e que estes podem ter intensidades diferentes entre as mulheres. Entender as mudanças hormonais e as consequências fisiológicas que ocorrem no corpo na pré e pós-menopausa, torna as mulheres mais informadas sobre tratamentos e cuidados com a saúde, fortalecendo a autonomia e a tomada de decisões de maneira mais ativa e confiante.</p> 2025-02-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Neurociências & Sociedade https://periodicos.uff.br/neurocienciasesociedade/article/view/66395 Medicina de precisão 2025-01-29T16:08:50+00:00 Danielle Ferreira danielle.pinto@fiocruz.br 2025-02-11T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Neurociências & Sociedade https://periodicos.uff.br/neurocienciasesociedade/article/view/67263 Equidade de gênero na ciência 2025-04-03T15:21:04+00:00 Helena Carla Castro hcastro@id.uff.br <p>A entrevista com a professora titular da Universidade Federal Fluminense, Helena Carla Castro, aborda sua trajetória profissional, os desafios enfrentados e as conquistas em sua área de atuação. Ela compartilha sua experiência, destacando momentos importantes de sua carreira, aprendizados adquiridos e perspectivas para o futuro. </p> 2025-04-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Neurociências & Sociedade https://periodicos.uff.br/neurocienciasesociedade/article/view/66542 Projeto meninas nas ciências 2025-02-11T23:41:14+00:00 Júlia Alves de Santana juliaalves422@gmail.com Astrid Madeleine Calero Goicochea astridcalero@hotmail.com Paula Machado Denizot pauladenizot@id.uff.br Sarah Gomes Pereira da Silva sarahgps@id.uff.br Amanda Costa da Silva Leão amanda_leao@id.uff.br Macély Vitória Barbosa Gervásio macelyg@id.uff.br Robertta Silva Martins rmartins@biof.ufrj.br Vladimir Pedro Peralva Borges Martins vladimirppbm@gmail.com Valeria de Matos Borges valeriaborges.br@gmail.com Adriana da Cunha Faria-Melibeu acfmelibeu@id.uff.br <p>Por mais que as mulheres venham ocupando seus espaços de poder e conhecimento, atualmente ainda é evidente a desigualdade de gênero. O Relatório de Desigualdade de Gênero 2023 do Fórum Econômico Mundial prevê mais de 130 anos para que se alcance uma sociedade igualitária. As mulheres continuam sub-representadas nas ciências, principalmente nos locais de decisão e poder. Os estereótipos de gênero afetam as escolhas profissionais desde a infância, e limitam a participação de mulheres em certas áreas das ciências e, em parte, isso se deve à falta de incentivos e permanência. A luta por maior representatividade é ainda mais impactada pela interseção de gênero e raça, com mulheres negras e indígenas enfrentando exclusão adicional no meio acadêmico/científico. Neste cenário, o projeto de extensão universitária Meninas nas Ciências, fruto de uma parceria entre Universidade Federal Fluminense e Fiocruz Bahia, visa dialogar com meninas e mulheres em geral, trazendo conhecimento sobre cientistas de diferentes áreas das ciências. Por meio de entrevistas, pesquisas e séries documentais sobre cientistas mulheres, o projeto busca promover a representação, conscientizar e reduzir as barreiras que impedem meninas e mulheres de alcançarem seus sonhos em qualquer área que escolham. Com o uso de mídias sociais, o projeto atinge um público amplo e contribui para a construção de uma ciência mais inclusiva e diversa. A divulgação dessas histórias ajuda a combater barreiras de gênero, racismo e outras formas de exclusão, criando um ambiente mais acolhedor, de representatividade e inspirador para futuras gerações de cientistas.</p> 2025-03-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Neurociências & Sociedade