Rehabilitation and release of two owls aftercollision against barbed wire fence

Autores

  • Paulo Bahiano Ferreira Parque Zoobotânico Getúlio Vargas - Bahia
  • Beatriz dos Santos Nascimento Universidade Federal Fluminense
  • Tainara Cateli Sette Universidade Estadual de São Paulo - UNESP
  • Thaís Cordeiro Capistrano Autônoma
  • Lucas Alexandre dos Santos Silva Autônomo

Palavras-chave:

bird; trauma; wild life; anthropic environments.

Resumo

The increasing growth of the Brazilian population and the expansion of human activities has led to significant habitat loss for numerous wild species, increasing their vulnerability to accidents and anthropogenic impacts. This paper reports clinical cases
involving two owl species, Tyto furcata and Athene cunicularia, that collided with barbed wire fences in rural areas of the Reconcavo Baiano region. The injured animals were rescued and transported to the State Wildlife Rehabilitating (CETAS) in Cruz das Almas, Bahia, operated by the Institute of Environment and Water Resources (INEMA), for physical examination, diagnosis, treatment,
and clinical monitoring during their rehabilitation process. The protocols adopted in these cases may serve as a reference for reintroduction or population reinforcement initiatives for other threatened raptor species, particularly in regions lacking adequate infrastructure for advanced diagnostic procedures. During the rehabilitation phase, weight fluctuations were observed in both owls. Nevertheless, both species exhibited satisfactory clinical progress and were successfully released into the wild with body condition scores appropriate for their species after 28 days (A. cunicularia) and 30 days (T. furcata).

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Biografia do Autor

  • Paulo Bahiano Ferreira, Parque Zoobotânico Getúlio Vargas - Bahia

    MÉDICO VETERINÁRIO FORMADO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, MESTRE EM CIÊNCIA ANIMAL NOS TRÓPICOS-UFBA, ATUANDO NA ÁREA DE ANIMAIS SELVAGENS, TAIS COMO RÉPTEIS, CANÍDEOS SILVESTRES E DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS INFECTO-CONTAGIOSAS E MAMÍFEROS AQUÁTICOS.

  • Beatriz dos Santos Nascimento, Universidade Federal Fluminense

    Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade de Vassouras campus Maricá. Mestranda em Clínica e Reprodução animal pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atualmente seu interesse científico é na área de reprodução animal , com projeto de pesquisa de estudos moleculares associados a PIVE, especialmente em raças de bovinos leiteiros.

  • Tainara Cateli Sette, Universidade Estadual de São Paulo - UNESP

    Graduanda em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus de Botucatu, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Membro Diretório Acadêmico de Medicina Veterinária Walter Maurício Corrêa; com cargo de presidente, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - FMVZ, UNESP, Campus de Botucatu

  • Thaís Cordeiro Capistrano, Autônoma

    Médica Veterinária pela Universidade Federal da Bahia -UFBA (2021) com ênfase em clínica de animais silvestres e exóticos. Pós-graduada em Acupuntura Veterinária pelo Instituto Equilibrium (2022). Pós-graduanda em emergência e cuidados intensivos em pequenos animaispela universidade Unileya (atual). Atuou como médica veterinária na base de estabilização e reabilitação de animais marinhos do Instituto Mamíferos Aquáticos (2022) e atualmente atua com acupuntura veterinária como profissional autônoma (2022 - atual) com acupuntura veterinária, laserterapia, fitoterapia e clínica médica integrativa.

  • Lucas Alexandre dos Santos Silva , Autônomo

    Formado pela Universidade Salvador (UNIFACS), possuiu durante sua graduação ênfase em áreas de cirurgia e fisiatria animal. Participação em ligas acadêmicas e grupos de estudos, além da atuação direta em programas voltados para animais errantes ou resgatados por instituições sem fins lucrativos.

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Publicado

2026-04-08

Edição

Seção

Clínica Médica e Cirúrgica