Aplicação de um programa integrado de controle da leptospirose em eqüinos no Rio de Janeiro, Brasil

Autores

  • Melissa Hanzen Pinna Faculdade de Castelo – FACASTELO. Rua Luiz Ceotto, 57, Castelo – ES – CEP 29360-000.
  • Renato Varges Laboratório de Bacteriologia Veterinária, Universidade Federal Fluminense. Rua Hernani Mello, 101 sala 309. CEP 214210-130.
  • Walter Lilenbaum Laboratório de Bacteriologia Veterinária, Universidade Federal Fluminense. Rua Hernani Mello, 101 sala 309. CEP 214210-130.

Palavras-chave:

leptospirose, eqüinos, controle, Bratislava

Resumo

Um plantel localizado na região serrana do Rio de Janeiro com 140 éguas e oito garanhões foi estudado em março de 2006.Realizou-se sorodiagnóstico para leptospirose de todos os animais do plantel e 82 (55,4%) foram soropositivos.O serovar.Bratislava foi o mais freqüente e identificado em 72 (87,8%) amostras reativas. Diante dos achados, um amplo programa decontrole da infecção foi elaborado, incluindo abordagens vacinais, medicamentosas e epidemiológicas. Doze meses após aimplementação do programa de controle (maio de 2007) constatou-se redução no índice de abortamento de 12% para 4%,morte embrionária de 10% para 2% e morte neonatal de 8% para 1%, totalizando 7% de prejuízos reprodutivos, perante 30%observados antes da implementação do programa de controle. Nesta ocasião, selecionaram-se randomicamente 31 fêmeaspara testagem sorológica. Onze animais (35,48%) apresentaram sororreatividade, a maioria com baixos títulos. Em relação àdistribuição do serovar infectante, sv. Bratislava foi ainda o mais freqüente. Desta forma, conclui-se que a ampla abordagem,incluindo simultaneamente a vacinação, antibioticoterapia e a administração de alguns aspectos ambientais foi imprescindívelpara o sucesso no controle da enfermidade neste rebanho.

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Publicado

2008-05-30

Edição

Seção

Medicina Veterinária Preventiva