Pandemia da COVID-19 e probabilidade de obesidade no Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22409/9ecc3q90

Resumo

Este estudo analisa a associação entre a pandemia da COVID-19 e a probabilidade de obesidade no Brasil. Foram utilizados microdados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), referentes ao período de 2012 a 2021, e estimou-se um modelo Probit. Os resultados indicam que os anos de 2020 e 2021 estiveram associados ao aumento da probabilidade de obesidade. Os resultados sugerem que a pandemia produziu efeitos indiretos relevantes sobre fatores de risco para doenças crônicas, com implicações para os custos em saúde, a produtividade e as políticas públicas preventivas.

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Biografia do Autor

  • João Marcos Cardoso dos Santos, Universidade Federal de Viçosa (UFV)

    Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Viçosa (UFV)

  • Evandro Camargos Teixeira, Universidade Federal de Viçosa (UFV)

    Professor Associado do Departamento de Economia da Universidade Federal de Viçosa (UFV)

    Doutor em Economia Aplicada pela ESALQ/USP, mestre em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

Publicado

2026-09-19

Edição

Seção

Artigos