“VOZES QUE AINDA ECOAM”: ANCESTRALIDADE, CORPOS-MEMÓRIA, RESISTÊNCIA E ESCREVIVÊNCIAS DE MULHERES NEGRAS NO QUILOMBO CASTAINHO, GARANHUNS/ PERNAMBUCO.
DOI:
https://doi.org/10.22409/fdvpbx03Palavras-chave:
Memória, Relações Sociais, Saúde da População NegraResumo
Este artigo reflete sobre os modos e as condições de vida e de trabalho, bem como as relações sociais de poder que atravessam e determinam a (re)existência das mulheres negras quilombolas, identificando as repercussões da organização política na promoção da saúde. A partir da confluência entre as trajetórias de uma das autoras e de mulheres negras quilombolas de Castainho, Pernambuco, utilizamos a escrevivência e a interseccionalidade como ferramentas metodológicas. As memórias de resistência transmitidas inicialmente pela oralidade revelam estratégias coletivas de sobrevivência, cuidado e enfrentamento às desigualdades históricas, invisibilizadas pelas relações sociais de poder
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Copyright (c) 2026 Ângela Maria Pereira, Aline do Monte Gurgel, Roberta Gondim de Oliveira, Carla Caroline Silva dos Santos

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