V.20, nº 43, 2022 (setembro-dezembro) ISSN: 1808-799 X
DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA AO ECOSSOCIALISMO: ENTRE A
CONCILIAÇÃO COM O SISTEMA DO CAPITAL E A CONSTRUÇÃO DE UM
NOVO HORIZONTE1
Alexandre Maia do Bomfim2
Goreng: [Todos] Precisam racionar a comida! (...)
Trimagasi: Ei, ei, ei... Você é comunista?
Goreng: Sou razoável. Racionamento seria justo...
Trimagasi: Os de cima não escutam comunista!
[Diálogo entre os personagens principais do filme
“O Poço” (El Hoyo)].
Antes de fazer a Apresentação deste número temático sobre Trabalho,
Natureza e Educação Ambiental Crítica, editado pela Revista Trabalho Necessário
(TN), vale registrar o momento histórico dessa escrita. poucos dias tivemos a
eleição presidencial mais acirrada de todos os tempos no Brasil. Acabamos de
eleger Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 30 de outubro de 2022, para mais um
mandato de quatro anos, que será seu terceiro. Lula derrotou o presidente Jair
Bolsonaro, primeiro presidente que não se reelege no Brasil por meio do voto
democrático. Lula obteve 60.345.999 (50,90%) de votos, enquanto Bolsonaro obteve
58.206.354 (49,10%), quer dizer, menos de 2% foi a distância entre os dois
adversários3. É um Brasil profundamente polarizado, como nunca se viu. Vale
compreender que estar polarizado é mais do que estar dividido. Dividido, o Brasil
sempre foi. A diferença é que as divisões anteriores traziam mais frações da
sociedade para o momento do pleito, ao menos para o primeiro turno, mas não foi
assim nessa eleição, porque desde o primeiro momento houve dois candidatos,
3Disponível em: https://resultados.tse.jus.br/oficial/app/index.html#/eleicao/resultados. Acesso em
novembro de 2022.
2Doutor em Ciências Humanas-Educação. Professor Associado III do Programa de Pós-graduação
em Ensino de Ciências (Propec) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de
Janeiro (IFRJ) E-mail: alexandre.bomfim@ifrj.edu.br. lattes http://lattes.cnpq.br/9426535856477661.
ORCID: http://orcid.org/0000-0002-5617-2229.
1Recebido em 08/11/2022. Aprovado pelos editores em 09/11/2022. Publicado em 10/11/ 2022.
DOI: https://doi.org/10.22409/tn.v20i43.56449.
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de fato. Dessa forma, deu-se margem também para as polarizações conceituais
para apreender (ou até orientar) a disputa política que foi se observando. Utopia ou
barbárie? Neofascismo ou democracia? Comunismo ou conservadorismo? Direita ou
esquerda? Na maior parte das vezes, debates postos para serem superficiais, sem
esforço de reflexão, sem leitura, sem pesquisa, sem lastro de realidade. E a arena
principal desses debates ocorrendo nas redes sociais digitais. Uma arena política
muito diferente de outros tempos, porque nela os debates não são resolvidos, não
vencedores (ou relativamente depois do pleito), os temas não se
desenvolvem, os preconceitos são mantidos, as diferenças não são postas frente a
frente; os lados opostos até tangenciam um ao outro, mas somente para que os
conceitos possam retornar para seus próprios grupos (bolhas) de forma
subordinada.
É nesse contexto sociopolítico-digital que entregamos esse número 43 da
Revista Trabalho Necessário para uma reflexão urgente sobre a relação que
precisamos obter com o meio ambiente, sobre a relação metabólica que nós, seres
sociais e políticos, possuímos com a natureza. Aqui estamos considerando a tríade
“Trabalho, Ambiente e Educação”, viemos fazer essa reflexão tendo sempre como
pano-de-fundo a crítica ao sistema do capital e subsidiados pela teoria marxista.
Nosso propósito aqui é trazer nossa trajetória e ter um pouco de ousadia, no caso
reconstruir a esperança e indicar o futuro. Desde o título desta Apresentação
queremos demonstrar que acumulamos na Educação Ambiental Crítica e, sem
subterfúgios, tentar puxar o futuro para nós, ensaiando a utopia de uma sociedade
ecossocialista.
algum tempo trabalhamos com a Educação Ambiental (EA), algum
tempo estamos na busca de teorizar e praticar uma educação intencionalmente
crítica, que fosse capaz inclusive de convergir com nossa trajetória anterior,
marxista, pertencente à área de Trabalho e Educação. Inevitavelmente tivemos que
adjetivar nossa EA, um pouco para distingui-la de “outras educações”, mas
sobretudo para salientar as nossas características: ser crítica ao sistema do capital
(MÉSZÁROS, 2002) e considerar a perspectiva do conflito, a luta de classes. Dessa
forma que aqui estamos, com nossa compreensão de Educação Ambiental Crítica
(EA-crítica), a que nos filiamos e para onde tentamos constituir nossas leituras,
nossas pesquisas, nossa prática... E nos distinguir de “outras educações” significa
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nos diferenciar, evidentemente, daquelas alinhadas ao sistema do capital, nos
diferenciar também das que se pretendem reformistas porque entendem ser possível
um grau de crítica desassociado da meta inegociável de transformar a sociedade.
Certamente que esse nosso percurso, ainda que busque constituir sua própria
massa crítica, não é linear, tem suas idas e vindas, porque é dialético. É um
percurso feito dentro de um grupo de pesquisa4, receptivo às pessoas que passaram
por nós (discentes, docentes, pesquisadores) e nada imune aos momentos
históricos. Se em alguns momentos podemos reivindicar uma crítica de vanguarda
que reivindique o socialismo e que nos permita dizer inclusive que “desenvolvimento
sustentável” é um termo insuficiente; noutro momento, precisamos realizar o mais
básico dos posicionamentos, como lutar pelos direitos sociais básicos, reivindicar a
democracia, defender a ciência contra o obscurantismo. De qualquer maneira, nossa
reflexão sempre procurou estar próxima da escola:
Quando pensamos neste [estudo], não pressupomos que a “Questão
Ambiental” estivesse fora da Educação Básica, como também não
pressupomos que fosse suficiente sua entrada e permanência. Ao
contrário, pressupomos que precisávamos nos contrapor a algo
estabelecido, em termos de “Educação em Ciências”, em termos de
“Educação Ambiental”... Propomos uma ciência politizada! Nossa
prática ideológica é buscar o conhecimento. Cada vez mais, vamos
entendendo que a Educação Ambiental Crítica (EA-crítica) é aquela
que quer conhecer até o fim, que quer o aprofundamento das
questões, enquanto a educação conservadora quer exatamente
camuflar ou simplesmente manter-se na superfície. Esta é nossa
definição mais básica para a EA-crítica... (Contracapa do livro “A
Questão Ambiental na Educação Básica, BOMFIM et al, 2015).
O contexto atual está mais adverso, os conceitos estão sendo disputados em
novas bases, como exemplo, agora nos vemos na luta contra o fascismo ou
neofascismo5. Neste momento, o simples ato de educar e fazer ciência se tornou um
ato subversivo. Nessa hora, talvez nem fosse estratégico dizer que nossa Educação
Ambiental Crítica nos leva ao Ecossocialismo.
Isso não nos impede de ter a esperança de que no futuro nossas reflexões
encontrem mais ressonância na sociedade. No final deste texto, faço a apresentação
5No momento que estamos fechando este texto, poucos dias após a vitória de Luiz Inácio Lula da
Silva no pleito eleitoral (que ocorreu no dia 30 de outubro de 2022), no Brasil assistimos
manifestações de pessoas identificados com o fascismo que reivindicam intervenção militar contra o
resultado das eleições.
4Grupo de Pesquisa em Trabalho-Educação e Educação Ambiental (GPTEEA) do IFRJ.
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dos trabalhos desta TN 43, mas posso adiantar que são, de maneira geral, também
críticos à sociedade capitalista. Mas, é bom não aprisioná-los ao posicionamento
que assumimos aqui com o Ecossocialismo; esse é nosso, recente e ponto
culminante de nossa caminhada teórica. Essa caminhada que encontrou
oportunidade e acolhimento aqui na Revista Trabalho Necessário, periódico do
Núcleo de Estudos, Documentação e Dados sobre Trabalho e Educação
(NEDDATE), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação e à
Faculdade de Educação, da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Aqui, trazemos um pouco do nosso percurso teórico-político, de como
saímos de um “ecologismo correto”, passando pela crítica ao conceito economicista
de Desenvolvimento Sustentável, indo pela incorporação da luta de classes,
reivindicando a análise dos conflitos socioambientais, apreendendo outras
possibilidades e sociabilidades com os povos originários, considerando atividades
contraditórias no interior do capitalismo (como a agroecologia), até chegar ao
horizonte do ecossocialismo.
Por que a EA não vem dando certo?
Fazemos aqui um encadeamento de reflexões, a partir de nossas leituras e
nossas pesquisas (BOMFIM, 2021). Comecemos com Michael Löwy (2005) que
tentou convergir a pauta da luta dos socialistas (os vermelhos) com a dos
ambientalistas (os verdes) para criticar o “sistema do capital” (MÉSZÁROS, 2002).
Ele distinguiu os próprios ambientalistas e mostrou que alguns estão em militância
ineficaz quando defendem “desenvolvimento sustentável” porque propõem uma
conciliação com o capital. Por outro lado, Löwy mostrou aos vermelhos que a
preocupação com o meio ambiente deveria ser incorporada, pois não é
importante, mas central, apontando que além da luta pela tomada do Estado,
deve-se garantir que se torne ecológico. Não obstante, o primeiro Löwy
ecossocialista não conseguiu ir muito além disso, obteve algumas críticas
importantes que identificamos em duas vias. A primeira crítica que recebeu (ainda
que tenha sido apenas uma ressalva), foi a de que ele poderia ter percebido que no
próprio materialismo histórico-dialético havia os pressupostos para se considerar a
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questão ambiental, porque o método proporciona isso e não deveria ter se detido
aos momentos que essa reflexão ainda era incipiente.
(...) Michael Löwy criticou (...) passagem [do Manifesto Comunista]
como uma manifestação da atitude ingênua de Marx em relação à
modernização e ignorância sobre a destruição ecológica embutida no
desenvolvimento capitalista (...).
Mesmo que sua interpretação reflita com precisão o pensamento de
Marx à época, a crítica de Löwy dificilmente pode ser generalizada
para toda a obra de Marx, uma vez sua crítica ao capitalismo se
tornou cada vez mais ecológica a cada ano que passou. (...) a
evolução de seu pensamento subsequente (...) mostra que, em seus
últimos anos, Marx ficou seriamente preocupado com o problema o
desmatamento (...). (SAITO, 2021, p. 316).
A segunda crítica, que consideramos mais grave, ocorreu quando Löwy
tangenciou uma ideia que pode ter descaracterizado a “luta de classes”:
(...) O combate para salvar o meio-ambiente, que é necessariamente
o combate por uma mudança de civilização, é um imperativo
humanista, que diz respeito não apenas a esta ou àquela classe
social, mas ao conjunto dos indivíduos. (LÖWY, 2005, p. 73).
Löwy, nesse momento, marcou uma distância conceitual em relação ao
marxismo, quando complementou dizendo que a destruição da natureza seria “a
segunda contradição do capitalismo” (preservada a compreensão que a primeira
contradição é a exploração do trabalho pelo capital). Contrários a esse primeiro
Löwy, com o aporte de Chesnais e Serfati (2003), prosseguimos compreendendo
que a contradição original do capitalismo continuaria ser a necessidade de o capital
valorizar-se pela exploração do trabalho. Na verdade, a degradação da natureza não
é uma contradição para o capital, porque não se opõe às máximas da economia
capitalista (como a valorização advinda da escassez). Esse primeiro ecossocialismo
de Löwy permitiu a ideia de que as responsabilidades com a degradação ambiental
se dariam da mesma forma entre indivíduos e grupos sociais, como também assim
seriam as experimentações das mazelas.
Não obstante, um segundo Löwy emerge num texto de 2013, aparando essas
arestas, mencionando Walter Benjamin, relembra que “o capitalismo nunca vai
morrer de morte natural” (op. cit). Nesse artigo, recupera a luta de classes, alcança
que a agressão ao meio ambiente não é contradição para o sistema do capital e
recupera a urgência da revolução. E mais, esse texto acertou profeticamente o que
viria ocorrer no capitalismo contemporâneo, ao indicar que: “(...) o sistema
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continuará a explorar o planeta, até que a própria vida humana se encontre
ameaçada” (LÖWY, 2013, p. 79).
Depois disso, reajustadas essas ideias de Löwy, vale registrar para todos nós
que: se a degradação da natureza não é contradição para o capital, é para o ser
humano!6Vamos à crítica do conceito de “Desenvolvimento Sustentável”.
“Desenvolvimento Sustentável” (DS) é resultado de uma disputa, que na
superfície pode parecer apenas de termos, mas que no fundo traz as compreensões
e orientações para as políticas públicas (LAYRARGUES, 1997). DS é expressão de
teor economicista da perspectiva conciliatória com o capital, conceituação limitada
que remete sua preocupação às gerações futuras (o que implicaria numa
indeterminação) para não se comprometer com as gerações presentes.
Nessa recuperação de nosso percurso desenvolvimento teórico-metodológico,
vale trazer o conceito de “trabalho” enquanto categoria sociológica chave. O
trabalho, em seu sentido ontológico, é a própria mediação metabólica7entre homem
e natureza, onde se realiza a reprodução da vida e a constituição da própria cultura.
Os homens experimentam diferentes culturas, caracterizam-se pela diversidade, ou
seja, não precisamos ter respostas únicas para relação com a natureza. E mais,
podemos considerar que culturas que elevaram à vida num momento inicial, no seu
devir podem se tornar “culturas de morte”
(...) Nós não devemos nos vangloriar demais das nossas vitórias
humanas sobre a natureza. (...) É verdade que cada vitória nos dá,
em primeira instância, os resultados esperados, mas em segunda e
terceira instâncias ela tem efeitos diferentes, inesperados, que muito
frequentemente anulam o primeiro. (ENGELS apud LÖWI, 2005, p.
22).
Povos originários, por exemplo, podem nos oferecer caminhos melhores para
nossa vida como elemento da natureza.
Mészáros (2002), nos indica: não caminho conciliatório com o sistema do
capital. É possível que por conta de uma análise de conjuntura, por conta de uma
luta política contextualizada, seja necessário fazer concessões. Não obstante, essas
7"(...) conceito de metabolismo, embora não fosse utilizado uniformemente por Marx, embasa sua
compreensão da natureza, e por consequência dos seres humanos, sob o capital. (...) (prefácio de
Sabrina Fernandes em SAITO, 2021, p. 14).
6“(...) não é possível construir o socialismo num planeta arrasado.” (prefácio de Sabrina Fernandes
em SAITO, 2021, p. 14).
6
concessões precisam ser logo reavaliadas, não podem perdurar. Esses momentos
são dificílimos de refletir, por isso que os estudos teóricos estruturais precisam
continuar, guiar-se pelo aprofundamento dos temas e análise, como desejar o
compartilhamento etc.
Mészáros (2005) até indica caminhos à Educação, mas desde que seja
inconciliável com o sistema do capital. Com esse autor, é possível constituir uma
educação com “aspirações emancipatórias” (MÉSZÁROS, 2002), exatamente numa
reconstrução em que nos colocamos absolutamente no lado antagônico à educação
formal capitalista. Isso também vale para a EA-crítica. um limite teórico-prático
para nós, a partir desse estudo de Mészáros: como buscar essas aspirações
emancipadoras no interior da escola formal, supostamente reprodutora e favorável
ao capital?
Num esforço de sintetizar a reflexão e a contribuição dos autores que nos
acompanharam (e até a militância) até aqui, instituímos “praxicamente” as “Onze
Teses para (constituir) uma EA-crítica” (BOMFIM, 2011): I) resgatar o humanismo; II)
desmitificar o capitalismo, apontando que a depredação do ambiente não é uma
contradição para o capital; III) mostrar os limites do desenvolvimento sustentável; IV)
manter-se em revisão permanente; V) criticar a perspectiva conservadora da EA; VI)
mostrar os limites das propostas comportamentalistas e individualistas da EA; VII)
problematizar ou redimensionar as ações paliativas à questão ambiental; VIII)
denunciar os principais responsáveis pela degradação ambiental; IX) mostrar quem
mais sofre com a degradação; X) mostrar que a proposta idealista de
conscientização ambiental tende a ser insuficiente à transformação; XI) buscar
aspirações e experiências emancipadoras.
Enfim, chegamos à conclusão que na relação trabalho, ambiente e educação
um ponto de interseção que une os termos, criticamente: o “conflito
socioambiental”. Pressupor o conflito socioambiental é pressupor que a luta de
classes se mantém no interior do sistema do capital, em todas as suas frentes,
desde as mais evidentes até as mais disfarçadas, desde a luta por território, desde o
que passa pela expansão de grileiros e garimpeiros sobre terras indígenas, até os
produtos camuflados por selos ecológicos (que dissimulam algumas empresas
capitalistas que se dizem preocupadas com o meio ambiente). É a perspectiva do
conflito que pode garantir o movimento da crítica, que buscará o conhecimento pela
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investigação, pelo desvelamento, pela denúncia. Essa perspectiva também busca
aspirações e experiências emancipatórias.
O sistema do capital, em sua fração mais reacionária, promove a rejeição da
ciência, propõe mordaça aos educadores, faz proselitismo, mas até sua fração
liberal reitera propagandas que mais escondem do que mostram os interesses de
classe (como as do agronegócio). No fim das contas, no quarto dos fundos do
capitalismo se mantém o latifúndio, o desmatamento, as indústrias poluidoras, a
pilhagem da natureza, a submissão dos grupos originários etc. O capitalismo
continua pujante em suas características principais, como a exploração do trabalho,
o processo de mercantilização de tudo e o aprisionamento do Estado nas mãos de
uma minoria. A questão ambiental, exatamente por não ser uma contradição
imediata ao sistema do capital, se torna mais vulnerável. O capitalismo pode destruir
a natureza até a última folha. Essa falta de cuidado inerente do capitalismo com o
ambiente, certamente, engendrará eventos extraordinários (como uma pandemia!),
mas o curioso é que nem isso garante que a sociedade enxergue. Por isso, a
educação é urgente, a educação científica é imprescindível, a educação política
sempre. Por conta de tudo isso que dizemos que a Educação Ambiental
conciliatória, infelizmente a que mais encontramos nas escolas, não está dando
certo, porque é uma “educação até certo ponto”, não pode ir até o fim, porque fica
nos primeiros momentos, caracteriza-se como como comportamentalista,
pacificadora, reativa, paliativa, ou mesmo em atraso...
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